Lana Del Rey – Born to Die (2012)

Que se lixe a verdade, diz Born to Die a cada instante. A beleza é muito mais importante.

“I Shall Be Released” – Nina Simone

E por muito fã que seja das histórias e da harmónica de Dylan, é na magia desta versão de Nina Simone (1969), que esta canção faz mais sentido.

“Ain’t Got No, I Got Life” – Nina Simone

Tudo o que não temos é compensado por outras que temos. Ou não será bem assim?

“Ne me quitte pas” – Nina Simone

O desespero de Jacques Brel fica em boas mãos com a rainha do sofrimento.

“Wild is the Wind” – Nina Simone

A intensidade de Nina Simone em 7 minutos.

Benjamin Clementine – I Tell a Fly (2017)

Benjamin Clementine aprofunda a teatralidade da sua música numa reflexão sobre a xenofobia na Europa. O resultado é uma obra tão excêntrica como comovente. 

The Pretenders // Rita Redshoes || EDP Cool Jazz 2017

Os The Pretenders deram show e mostraram que estão aí para as curvas! A noite de Oeiras fez-se de rock puro, sem confettis à mistura.

“Dr. Martin Luther King Suite” – Nina Simone

No dia 7 de Abril de 1968, três dias depois da morte do Dr. King, Nina Simone e a sua banda deram um concerto que foi, ao mesmo tempo, uma cerimónia fúnebre. Esta canção do dia é diferente: não fala apenas de uma música, mas das três que compuseram a elegia feita a Martin Luther King.

Canção do Dia: The House of the Rising Sun – The Animals

«The House of the Rising Sun» é uma canção tradicional, revisitada por quase toda a gente: Woody Guthrie, Bob Dylan, Nina Simone. Mas a versão mais conhecida de todas é a dos Animals, que rapidamente chegou a número um no…

Jeff Buckley – Grace (1994)

No dia 29 de Maio de 1997, Jeff esperava os restantes elementos da sua banda para gravarem um novo trabalho. A certa altura, decidiu tomar banho no rio Wolf, em Memphis, enquanto cantarolava «Whole Lotta Love», dos Led Zeppelin. Jeff…

Altamont Entrevista: Mazgani

Esta não é uma entrevista igual às outras. Há uns 18 anos, conheci o Shahryar Mazgani quando calhámos na mesma turma, no curso de Direito. Juntámo-nos pelo mais prosaico dos motivos: ele era o iraniano, e eu o único tipo…