Alan Parsons Project – Tales Of Mystery And Imagination (1976)

Tales Of Mystery And Imagination, além de um clássico de culto, é um disco que vale a pena ouvir nos dias de hoje. Alan Parsons foi engenheiro de som em alguns dos melhores discos de sempre, Abbey Road e Let…

Quarteto 1111 – Quarteto 1111 (1970)

Foi em março de 1970 que o primeiro disco dos Quarteto 1111 viu a luz do dia. Seria sol de pouca dura, já que o álbum foi retirado do mercado pela censura. Aqui vamos espreitar brevemente, canção por canção, este lendário trabalho.

Beneath The Boardwalk: o CD-Rom da ascensão dos Arctic Monkeys

Antes de Whatever People Say I Am, That’s What I’m Not, os Arctic Monkeys distribuiam CD-Rom gratuitamente nos concertos e no MySpace, intitulado Beneath The Boardwalk. Esta é a história da primeira banda verdadeiramente viral.

Led Zeppelin II: o disco da minha vida

Led Zeppelin II não é apenas a obra-prima da banda. É o melhor disco de sempre. ‘O padrão que eu a ser ditador gostaria de impor’…

Neutral Milk Hotel – In The Aeroplane Over The Sea (1998)

Um marco da música indie e consequentemente um dos melhores álbuns da década de 90, In The Aeroplane Over The Sea é sujo, cru, bonito e emocionante. O segundo disco dos Neutral Milk Hotel pretendia afastar-se da pouca qualidade e…

“Whippin’ Piccadilly” – Gomez

Esta canção – que a espaços vai buscar claras influências aos Beatles (não à fase mais psicadélica) – é apenas uma boa canção, sem rótulos.

Kula Shaker – Natural Magick (2024)

Passados 30 anos após a explosão da Britpop, onda em que os Kula Shaker também surfaram, a banda de Crispian mills surge revigorada, divertida e com a noção exacta do seu lugar no panorama musical actual. Um grupo que já provou o seu valor, que nos deu uma boa quantidade de hits e que continua o seu caminho, sem estar preocupada com modinhas ou revivalismos bacocos e cliché.

Pulp – More (2025)

Foi preciso quase um quarto de século para que Jarvis Cocker voltasse com o núcleo duro de uma banda adorada. E More, resultado dessa longa espera, é para ouvir e ouvir e ouvir… e continuar a ouvir. Uma inesquecível pérola musical.

The Black Keys – Ohio Players (2024)

Ao 12.° álbum, a banda conta com participações de notáveis como Beck e Noel Gallagher. Resultado? Um disco camaleónico.

O que aí vem – alguns dos discos da nossa banda sonora de 2024

Nos próximos doze meses, muitos e bons discos vão fazer-se ouvir. Estamos à espera deles, pois claro, de coração e ouvidos bem abertos. Esta é apenas uma primeira aproximação sonora ao ano de 2024.

Caetano Veloso – Caetano Veloso (1968)

A estreia de Caetano Veloso a solo é o disco mais inspirado do tropicalismo.

Oasis – Don’t Believe the Truth (2005)

Mais de uma década após a estreia, os Oasis lançam Don’t Believe The Truth, o seu sexto disco de originais. A Britpop já estava arrumada a um canto há muito mas os irmãos de Manchester ainda teimavam em manterem-se relevantes.

Milton Nascimento – Milton (1970)

Nove canções que são nove trunfos. Um álbum histórico que é o embrião de outro ainda mais histórico. Um som imaginário que se tornou realidade, este Milton. São sempre muitas e boas as surpresas quando voltamos aos discos das nossas…

Capitão Fausto || Culturgest: Nesta festa pode-se chorar

Em noite de estreia do seu primeiro álbum em cinco anos, os Capitão Fausto estrearam também uma nova formação, com uma panóplia de canções novas, antigas e intermédias

“I Love You, Crystal” – Golden Slumbers

A banda das meninas com nome de canção de Beatles lançou este ano I Love You, Crystal, do qual retiramos esta deliciosa canção que dá nome ao mesmo e que tem de constar nesta lista das melhores da colheita nacional…

dEUS – How To Replace It (2023)

Onze anos depois, os dEUS regressam aos discos com a sua personalidade intacta e sempre interessante.

Too Many Suns em entrevista: O devaneio de Reverie

A propósito do concerto desta semana no MusicBox, o Altamont quis saber mais coisas sobre a banda lisboeta Too Many Suns. Situados algures num território rodeado pela Pop, pelo Rock, e ocasionalmente pelo Shoegaze, o quarteto flutua alegremente entre guitarras mais ásperas e melodias arredondadas, sem arestas angulares.

Wings – Wild Life (1971)

Wild Life soa exactamente ao que pretendeu ser: um conjunto de canções honestas, despretensiosas, e divertidas. Os anos 70 estavam a começar a descolar e Paul estava pronto para embarcar.