Júlio Resende – Júlio Resende Fado Jazz Ensemble (2020)

Júlio Resende Fado Jazz Ensemble é muito mais do que um exercício formal. É a saudade da sua infância. O destino de tudo passar…

Sérgio Godinho – Aos Amores (1989)

Godinho volta ao amor, aos retratos sociais e aos grandes temas, no seu último registo da década de 1980 No final da década de 80, havia mudanças à vista. Depois da edição de Os amigos de Gaspar – uma espécie…

Sérgio Godinho – Campolide (1979)

Lançado no final da década de setenta, Campolide fecha com chave de ouro a primeira década de carreira de Sérgio Godinho.

Sérgio Godinho – Pano-cru (1978)

Um disco de charneira que faz a ponte entre o Sérgio Godinho político e o criador de êxitos imortais.

Sérgio Godinho – À Queima-Roupa (1974)

O disco mais político de Sérgio Godinho, nascido bem no meio do 25 de Abril de 1974.

Sérgio Godinho – Pré-Histórias (1973)

O homem dos sete instrumentos pode ser quem bem quiser. Lutou por esse direito e assegurou o seu lugar.

Sérgio Godinho – Os Sobreviventes (1972)

Sérgio Godinho encontrou uma identidade própria logo no seu disco de estreia. “Que Força é Essa”, “O Charlatão” e “Maré Alta” perduram até hoje.

“Cantares de José Afonso” já está disponível online pela primeira vez

Cantares de José Afonso foi editado pela primeira vez em vinil em 1964, e contém quatro temas originais, com destaque para “Ó Vila de Olhão”. O EP inclui ainda canções como “Coro dos Caídos”, “Maria” e “Canção do Mar”.

“O Homem Novo Veio da Mata” – José Afonso

Uma das inúmeras canções de luta e de oposição de José Afonso que, com belíssimos ritmos africanos, abraça a luta do MPLA pela independência de Angola.

José Mário Branco quis ser feliz para além da inquietação

Calou-se o José Mário Branco, aos 77 anos, depois de uma vida que foi só inquietação, inquietação. “Artista de variedades, compositor popular, aprendiz de feiticeiro”, foi um dos maiores nomes da canção popular portuguesa, sendo responsável por alguns dos mais…

José Afonso – José Afonso ao Vivo (2019)

Zeca em Coimbra em 1968. Zeca em Carreço em 1980. Dois concertos inéditos agora publicados pela Tradisom. A história da música portuguesa a acontecer.

“Coro da Primavera” – Zeca Afonso

E com esta música nas orelhas, gritemos de peito cheio com a força renovada que a liberdade conquistada em 1974 nos deu: 25 de abril sempre! Fascismo nunca mais!

Benjamim – Auto Rádio (2015)

Estava Walter Benjamin posto em sossego, sonhando com Rosemarys impossíveis no seu exílio em Londres, quando se dá conta que ao longe a sua pátria se esboroa, usada, descartada, vilipendiada, vendida por um par de sapatilhas e um pires de…

Reportagem: B Fachada || Salão Brazil

O papel a dizer “Lotação Esgotada” na porta do Salão Brazil fazia-nos prever uma noite animada, de uma maneira que só B Fachada conseguiria. E, claro, toda ela feita em fachadês. O concerto começou com uma versão de «Afro-Xula» ao piano, só…

B Fachada – B Fachada (2014)

Depois do intervalo intimista de O Fim, B Fachada apanha-nos onde Criôlo nos tinha deixado: uma caldeirada de folclore português, kizomba e electrónica qual Beck comendo uma dançarina minhota numa discoteca de Luanda. Fachada já explicara antes o empreendimento que…

Apresentado o novo disco dos portugueses Lavoisier

Há coisas difíceis de pôr em palavras. Patrícia Relvas e Roberto Afonso são uma delas. Os dois formam um duo musical, Lavoisier de seu nome, cuja missão passa pela recuperação e consequente transformação do património cultural português. Vamos poupar-vos a…

Canção do Dia: José Afonso – Nefretite Não Tinha Papeira

Quando ouvimos o nome “Zeca Afonso”, pensamos de imediato em canções de intervenção. Contudo, talvez dois terços das suas canções não tenham qualquer conteúdo político, sendo ancoradas no cancioneiro popular ou no surrealismo mais desbragado. É neste último chapéu que…

Canção do Dia: José Afonso – Avenida de Angola

Avenida de Angola (a maior avenida de Maputo) foi em tempos a grande zona de prostituição das colónias, presa fácil para o turismo sexual das gentes da África do Sul, um dos efeitos secundários do abjecto apartheid. Quando por fim…