Perfume Genius – Set My Heart on Fire Immediately (2020)

Este não é um álbum que procure cativar-nos imediatamente. Todos os seus labirintos e camadas aproximam este disco daquilo que se espera de um bom vinho, por isso, só depois de maturar e de ser saboreado com a devida calma, pode ser apreciado como merece.

mema. em entrevista: A música como cura para os momentos escuros

Numa conversa muito agradável, com referências desde o metal sinfónico à agricultura, mema. abriu as portas desta “Cidade de Sal” ao Altamont.

“Cocoon” – Björk

Casulo descreve perfeitamente a sonoridade íntima e a atmosfera eletrónica e sonolenta de Vespertine, até então o disco mais pessoal da artista islandesa. Por baixo da batida glitchy e das teclas suaves, está uma canção de amor vulnerável e generosa.

IAMX – Alive In New Light (2018)

Cheio de detalhe e subtileza, mas também de teatralidade e emoção, este é um óptimo disco para começar a ouvir IAMX.

Vem Aí Festival: NOS Primavera Sound 2018

Enquanto o Verão não chega, valha-nos o Primavera no Porto!

“Big Time Sensuality” – Björk

Björk está sempre do lado certo da história: do nosso.

“Hidden Place” – Björk

“Hidden Place” é a canção perfeita para começar um disco que tem tanto de vulnerável como de exótico.

“Venus as a Boy” – Björk

Esta é, provavelmente, a canção mais doce sobre o despertar para o amor, a beleza e a sexualidade, e invoca uma pureza que não é fácil de transmitir.

Björk – Utopia (2017)

A mais conhecida voz da Islândia faz-se ouvir de novo no mundo inteiro. Traz novidades na bagagem. Traz, sobretudo, um novo olhar sobre o mundo e chega com um sorriso de esperança.

“The Gate” é o novo single de Björk

Tema é o primeiro avanço do novo álbum da islandesa, que sairá ainda este ano

Canção do dia: Pagan Poetry – Björk

Basta uma singular escuta para aceitar que o segundo single de Vespertine, o primeiro disco do presente século da misteriosa cantora islandesa, é o seu derradeiro magnum opus. “Pagan Poetry” perfura o coração de uma forma da qual o ouvido…

FKA Twigs – LP1 (2014)

Estava a poucos dias de lançar o primeiro álbum e, numa entrevista, dizia que não tinha dinheiro para pagar as contas. Tahliah Barnett, 26 anos, dizia que o que ganhava com a música não bastava para a autossuficiência e que recorria…

Björk – Vulnicura (2015)

Não é fácil gostar de Björk de forma apaixonada. A pequena islandesa nunca facilitou a vida a nenhum ouvinte, e esse é um aspeto a ter em conta na valorização do seu trabalho. Sempre foi assim desde Debut (1993), primeiro verdadeiro…

Arca – Xen (2014)

O que é que falta inventar na música? Não acredito que se vá assistir a uma invenção propriamente dita, e prefiro evolução a invenção. E evolução é uma das muitas palavras em que penso enquanto ouço Xen. Xen não é…