8/10
Mazgani – Cidade de Cinema (2024)

Um tom místico e de mistério perpassa todo o novo álbum de Shahryar Mazgani, intitulado Cidade de Cinema, e agora na íntegra em português, enquanto nos anteriores as canções bluesy chegavam no idioma inglês. Neste caso, a sonoridade não deixa também de remeter para Oriente e para a música tradicional de Portugal.

Cassete Pirata – A Família (2024)

Com o lançamento de A Família, o quarto álbum do grupo formado em 2016, em…

Inóspita – E nós, Inóspita? (2024)

Apesar do nome, Inóspita, o projecto puramente instrumental da guitarrista Inês Matos chama-nos para junto de si.

Capital da Bulgária – contei e deixei que tu me julgasses (2024)

Capital da Bulgária é, será, um nome que fica na cabeça. E por várias razões,…

5/10
The Happy Mess – Horas dias meses anos (2024)

A banda do jornalista Miguel Ribeiro apresenta o quinto trabalho de longa duração com músicas leves e frescas, próprias do verão. Lá para fins de setembro estará em Lisboa e no Porto para concertos gratuitos, seguindo-se uma digressão nacional.

Fausto Bordalo Dias, o Navegador Solidário

Deixou-nos Fausto, um dos maiores criadores da música portuguesa. Fica a breve crónica de um viageiro da canção e da palavra

Noite Fetra e amigos na SMUP

A SMUP, na Parede, recebe amanhã, 29, a Noite Fetra, com concertos de Maria Reis, Éme, e Iguanas no cartaz e uma feira de artistas independentes.

8/10
The Gift – Coral ao Vivo (2024)

Coral ao Vivo eleva o vanguardismo que os Gift nos apresentaram há dois anos a novos patamares. Mais urgente e espinhoso do que em estúdio, mostra uma banda que não consegue estar parada, procurando reinventar-se a cada obra, espetáculo, momento. Novo triunfo.

7/10
Best Youth – Everywhen (2024)

Podem os trabalhos discográficos que aparecem à luz do dia em 2024 continuar marcados pelo período conturbado da pandemia? Claro que sim e Everywhen, o terceiro álbum dos portugueses Best Youth, é um evidente exemplo disso mesmo.

Too Many Suns || Musicbox: uma noite cheia de hits resplandecentes

O sol iluminou a noite do Cais do Sodré, reflectido numa lua cheia e resplandecente. Tal e qual como o concerto dos Too Many Suns; uma noite cheia de hits resplandecentes.

Manel Cruz em entrevista: A arte muda mentalidades, pode não fazer A diferença, mas faz diferença

O artista portuense passa a sua carreira em revista em antecipação do concerto no Theatro Circo no dia 29 deste mês

Benjamim || Teatro Maria Matos: a reinvenção em potência

A apresentação d’ As Berlengas no Teatro Maria Matos não era sobre Benjamim, que saiu de si próprio, enquanto se referiu à sua discografia, às referências e à vida que o trouxeram até aqui, mas sim sobre a entrega completa de quem boia no mar bravo à procura de mais.

A história do único encontro entre Amália e Zeca Afonso

Só em 1984, Amália Rodrigues e José Afonso se encontraram, pela primeira e única vez.

Vitorino – Semear Salsa ao Reguinho (1975)

Em pleno PREC, Vitorino estreia-se em disco com uma carta de amor ao seu Alentejo.

Grupo de Acção Cultural – A Cantiga É Uma Arma (1975)

No pós-revolução viveram-se tempos férteis para a criação artística e tiveram-se muitas discussões e muitas lutas – A Cantiga É Uma Arma foi uma delas, materializando a inquietação da revolução

Fausto – P’ró Que Der E Vier (1974)

P’ró Que Der e Vier é um disco de fim de linha, uma explosão pouco contida de frustrações, ora lírico e metafórico, ora intransigente e pouco subtil na sua subversão e apelo às armas

José Mário Branco – Margem de Certa Maneira (1972)

Gravado ainda durante o exílio em França, o segundo disco de José Mário Branco mantém o dedo firmemente no pulso da realidade social do Portugal que o renegou.