Casa cheia para a estreia de MARO no Coliseu dos Recreios. Uma noite com sabor (finalmente) a primavera, onde a felicidade e a gratidão reinaram. E uma voz doce, salgada e irresistível, onde apetece simplesmente ficar.
Humberto – Mau Teatro (2025)
O primeiro álbum de Humberto é um manifesto de amor e liberdade, canções tocantes e luminosas, poemas mordazes e uma voz singular.
MaZela – Desgostos em Canções de Colo (2024)
O projeto da cantora albicastrense começou a ganhar maior espaço de evidência há cerca de ano e meio, embora já tivesse alguns antecedentes. E o EP foi um passo importante na trajetória de afirmação.
A Sul – QUER QUER QUER (2026)
QUER QUER QUER, o álbum de estreia d’A Sul, nasce do luto, mas também da necessidade de continuar e das formas que essa necessidade toma quando a contemplação do vazio se revela insuficiente.
MARO – SO MUCH HAS CHANGED (2026)
No limiar dos 30 anos, MARO olha para o passado com a serenidade de quem sabe que crescer não precisa de pesar. Em SO MUCH HAS CHANGED, tudo é leve. Um disco sem excessos, escrito de um lugar onde tudo está bem.
Cara de Espelho – B (2026)
Ao segundo disco, o supergrupo mantém a matriz do álbum anterior, mas sublima e aperfeiçoa.
Summer of Hate – Blood & Honey (2026)
Os Summer of Hate são uma banda nascida a norte do país, mais concretamente em Espinho, e já andam nisto há alguns anos, embora sempre tenham estado abaixo do nosso radar.
Mães Solteiras – Vamos ser breves (2026)
Prometiam que iam ser breves e cumpriram, não avisaram é que no final iríamos estar derreados.
Bruno Pernadas – unlikely, maybe (2026)
Unlikely, Maybe é tudo menos incertezas ou indefinições. É mais um sólido álbum que Bruno Pernadas nos oferece. Que sejamos dignos de tanta beleza e de tão vasta poesia sonora!
Expresso Transatlântico – Trópico Paranóia (2026)
Quando a marca de água musical se constrói a partir da diversidade e do multiculturalismo, o resultado é um belo arco-íris sonoro. Atual e de sempre.
Reia Cibele – Reia Cibele (2024)
Durante os cinco temas de Reia Cibele, vou sentindo travos de bandas que há algum tempo me fazem eriçar os pelos dos braços e/ou cantar sem vergonha pela casa fora.
Lisa Sereno – Belonging (2025)
No seu disco de estreia, Lisa Sereno cruza a folk clássica com uma pop etérea e delicada. Belonging, editado pela Omnichord, é um exercício íntimo e nostálgico sobre o desejo de pertença, a solidão emocional e o desequilíbrio nas relações.
Bloom – Do Not Disturb (2025)
O terceiro e último tomo da trilogia Bloom sabe ao último cigarro na noite fria e ao vazio que vem depois. A beata esquecida a arder…
Evols – The Ephemeral (2025)
Vivemos tempos apressados e doentios, que não nos deixam viver, mas apenas assistir ao que passa diante dos nossos olhos.
Jasmim – Dias em Branco (2025)
Num cenário musical muito marcado pela predominância da ironia – na pose e nas letras que os artistas e bandas vão cantando -, é refrescante ouvir alguém para quem a canção não é uma mera brincadeira lúdica de plasticina.
Carminho – Eu Vou Morrer de Amor ou Resistir (2025)
Carminho é uma das principais vozes do novo fado que não obedece cegamente às estruturas rígidas desta canção centenária.
Sunflowers – You Have Fallen… Congratulations! (2025)
O quinto longa duração do trio nortenho nasce na ressaca da celebração dos seus primeiros dez anos de existência e, principalmente, dos milhares de quilómetros percorridos na sua Kangoo para as muitas centenas de concertos que entretanto foram dando por este mundo fora.
First Breath After Coma + Salvador Sobral – A Residência (2025)
Não estávamos à espera disto. Nem tão pouco estávamos preparados. Uma colaboração inédita, destinada inicialmente ao palco para umas poucas apresentações ao vivo, mas que se tornou num projecto incontornável.