Não estávamos à espera disto. Nem tão pouco estávamos preparados. Uma colaboração inédita, destinada inicialmente ao palco para umas poucas apresentações ao vivo, mas que se tornou num projecto incontornável.
Femme Falafel – Dói-Dói Proibido (2025)
No seu primeiro álbum, Femme Falafel expôs os seus dói-dóis através de analogias e trocadilhos inesperados, batidas house loucas, sintetizadores idiossincráticos e uma boa dose de ironia.
Romeu Bairos – Romê das Fürnas (2025)
Entre as brumas dos Açores, um disco carregado de histórias e de vida.
Rita Cortezão – tudo, um pouco (2025)
Um primeiro trabalho envolvente e que cria vontade de ouvir mais: é assim com o disco tudo, um pouco, de Rita Cortezão.
Capicua – Um Gelado antes do Fim do Mundo (2025)
Um trabalho muito bem conseguido da rapper nortenha, que se reafirma como uma das vozes mais marcantes da música portuguesa.
Hetta – Acetate (2025)
Das tripas coração, da música compreensão. A missa a metade, a vida por inteiro. Se os passos pequeninos dos Hetta os fizeram grandes, o álbum de estreia torna-os reais.
Cortada – Gānbēi ( 干杯 ) (2025)
Gānbēi (干杯) dos Cortada é um soco rápido e certeiro: oito faixas que variam entre chapadas e piscadelas de olho, sempre com a urgência de quem vem do punk e do noise e não tem tempo a perder.
Yung Xalana – RIP Xalana (2025)
Há uns meses, antes do lançamento do segundo EP de Yung Xalana, duas almas penadas deram as mãos para escrever sobre ele. Mas o texto ficou perdido no éter. Recuperamo-lo agora.
Lavoisier – era com h (2025)
Com era com h, os Lavoisier reforçam a sua posição como um dos projectos mais consistentes na reinvenção da música tradicional portuguesa.
El Saguaro – Enthusiecstasy (2025)
A estreia de um power trio luso-brasileiro que viaja pelos caminhos do psicadelismo rock.
Don Fran – ALMA 3048 (2025)
A Alta de Lisboa é a nova Chelas, o hip-hop tuga borbulhando em cada esquina. O álbum de estreia de Don Fran não nos deixa mentir, a Alta a acontecer. Melodia e good vibes em partes iguais…
Márcia – Picos e Vales (2022)
Na sua maneira límpida e descomplicada de cantar, Márcia escreve e canta sobre dúvidas, certezas, segredos e sonhos. É um álbum que cura, que ampara, que dá a mão. Que, principalmente, evoca o Amor.
Vaiapraia – Alegria Terminal (2025)
Transbordante é a palavra: de vitalidade, de urgência, de ousadia. Punk no coração mas mandando à merda qualquer manual de etiqueta. Uma declaração de guerra a tudo o que é comezinho e arrumadinho. Forte candidato a disco tuga do ano…
Human Natures – Electric Dreams (2025)
Dêem-me as mãos e venham comigo. Vamos estar, vamos ser, vamos sentir. Vamos buscar paz, curar os males da alma e sair do nosso corpo. Se tudo correr como bem, vamos tornar-nos luz. Se não, tornamo-nos água. Mas tanto faz, o que importa é o caminho, não o destino. E o veículo, o disco de estreia dos Human Natures.
Sam The Kid || CCB: O amor não tem fim
Volvidos 22 anos, Samuel Mira abriu a porta do “quarto mágico” e, com arranjos de cordas, sopros, bateria, baixo e teclas, deu pela primeira vez vida ao Beats Vol. 1: Amor no palco do Centro Cultural de Belém.
Old Jerusalem – Twice The Humbling Sun (2005)
Old Jerusalem é sempre um valor seguro. Twice The Humbling Sun é um manto protetor e outonal, ideal para esta estação do ano, ou para outra idêntica que viva no mais íntimo de nós.
Evols: Perceber que memórias estes tempos efémeros irão deixar
Os Evols são uma banda de rock no seu estado mais puro e editaram na passada sexta-feira o seu quarto álbum de originais intitulado The Ephemeral. Quisemos saber mais sobre esse novo trabalho e estivemos à conversa com um dos fundadores da banda nortenha, mais precisamente com Carlos Lobo, guitarrista dos Evols.
Minta & The Brook Trout – Stretch (2025)
Ao quinto e excelente disco, o conforto destas canções ternas acústicas é o companheiro ideal para o outono que teima em não chegar.