Sérgio Godinho – Tinta Permanente (1993)

Um disco elegante, que cruza a guitarra com pinceladas jazz e arranjos eruditos. Pelo menos dois temas tornam-se canónicos: a arabesca “O Elixir da Eterna Juventude” e a soturna “Fotos de Fogo”.

Sérgio Godinho – Escritor de Canções (1990)

Um disco ao vivo despido e íntimo, que acaba por servir quase como um precioso…

Sérgio Godinho – Aos Amores (1989)

Godinho volta ao amor, aos retratos sociais e aos grandes temas, no seu último registo…

Sérgio Godinho – Sérgio Godinho canta com os Amigos do Gaspar (1988)

Isto não é um disco, é um pedaço de infância. “É Tão Bom” que voltamos para lá.

Sérgio Godinho – Na Vida Real (1986)

Godinho muda de som em direcção aos teclados sintetizados, num disco nocturno e com cheiro…

Sérgio Godinho – Salão de Festas (1984)

Um disco incompreendido na época mas redescoberto pela geração seguinte. “Coro das Velhas” e “Quimera do Ouro” ficam para a posteridade.

Sérgio Godinho – Coincidências (1983)

Sérgio Godinho queria que Coincidências fosse um disco de total intercâmbio entre o seu Portugal e o Brasil de muitos dos seus ídolos musicais. No entanto, essa viagem acabou por ficar a meio. Mas pouco importa, uma vez que o disco resultou muito bem.

Sérgio Godinho – Canto da Boca (1981)

Canto da Boca encerra uma das mais frutíferas trilogias da canção nacional e permitiu a Sérgio Godinho desbravar caminho para uma nova fase da sua carreira.

Sérgio Godinho – Kilas, o Mau da Fita (1980)

Kilas, o Mau da Fita é, para além do conhecido filme, uma interessante banda sonora de Sérgio Godinho. Muitos a ignoram, sobranceiramente. Se o Rui Ventura Tadeu soubesse disso, mandava partir as fuças a esses surdos ignorantes.

Sérgio Godinho – Campolide (1979)

Lançado no final da década de setenta, Campolide fecha com chave de ouro a primeira década de carreira de Sérgio Godinho.

Sérgio Godinho – Pano-cru (1978)

Um disco de charneira que faz a ponte entre o Sérgio Godinho político e o criador de êxitos imortais.

Sérgio Godinho – De Pequenino se Torce o Destino (1976)

O disco português mais interessante feito no turbulento PREC, albergando pérolas como “O Namoro” e “Os Demónios de Alcácer Quibir”.

Sérgio Godinho – À Queima-Roupa (1974)

O disco mais político de Sérgio Godinho, nascido bem no meio do 25 de Abril de 1974.

7.5/10
B Fachada – Rapazes e Raposas (2020)

Uma ausência prolongada desembocou num disco surpresa e trouxe de volta o mais galante bardo…

Banda do Casaco – Dos Benefícios Dum Vendido no Reino dos Bonifácios (1975)

Em 1975 os ambientes progressivos alastravam pelo país. Dos Benefícios Dum Vendido no Reino dos Bonifácios é surrealista, pop e profundamente português.

clã - vespera
7/10
Clã – Véspera (2020)

Véspera mostra a mestria e o bom gosto do conjunto, num trabalho para ser apreciado mais com a cabeça do que com a cintura ou o coração.

“L’Anamour” – Sérgio Godinho

Uma ponte entre um dos maiores autores franceses e um dos maiores autores portugueses, unidos pela música e pelo amor às palavras.

8/10
Asimov and the Hidden Circus – Flowers (2020)

Ao quarto capítulo, os portugueses Asimov fazem o seu melhor disco: selvagem, psicadélico e tribal. Para aplacar os maus espíritos do tempo, pendurando cabeças humanas em paus.