She Past Away – Disko Anksiyete (2019)

Apresentando um som dark-wave com um toque de synthpop para os mais melancólicos, os turcos She Past Away fazem-nos sair da zona de conforto sem perder as referências sonoras que conhecemos.

The Cure – 4:13 Dream (2008)

Ao final de 13 discos já é difícil encontrar surpresas nos The Cure, onde procuramos o gótico mas encontramos o pop.

The Cure – The Cure (2004)

Na ressaca do sucesso do nu-metal, os The Cure acrescentaram o peso certo à sua melancolia, participando na ressurreição do rock. O disco homónimo tem grandes canções mas foi eclipsado por novidades desse ano, como os Arcade Fire, Franz Ferdinand e Killers.

“The End of The World” – The Cure

De melodia e hook viciante, cujo baixo acompanha a melodia da voz, Robert Smith repete, vezes e vezes sem conta, “I couldn’t love you more”. Bastaria ouvir um segundo da música para perceber que é… The Cure, e é provavelmente uma das últimas canções-hino produzidas pelos britânicos.

The Cure – Wild Mood Swings (1996)

Depois de três discos que os levaram ao topo do mundo, os Cure começam a perder o gás em Wild Mood Swings, que apesar desse facto mantém alguns pontos de interesse

“Doing The Unstuck” – The Cure

Uma música enérgica, carregada de ritmo e motivação, que nos exorta a nunca acharmos que é demasiado tarde para “queimar a casa” e fazermos tudo aquilo que queremos fazer.

“A Short Term Effect” – The Cure

“Short Term Effect” é uma viagem irreal, com os seus ecos, a sua guitarra arabesca e onírica à Hendrix, as suas dissonâncias e distorções fantasmagóricas.

The Cure – Kiss Me, Kiss Me, Kiss Me (1987)

É unânime que Kiss Me, Kiss Me, Kiss Me é o mais amplo em termos de incluir toda a diversidade do universo Cure, ou melhor, todo o imaginário que popula a cabeça de Robert Smith.

“Close to Me” – The Cure

Vale a pena ouvir de novo e recordar este clássico de 1985, onde corpos se abanavam e corações se derretiam nas pistas de dança.

The Cure – The Head On The Door (1985)

The Head On The Door é, talvez, um dos melhores discos que a cena gótica nos deu, aproximando as guitarras lúgubres dos sintetizadores luminosos.

“Lullaby” – The Cure

Não duram muito tempo, certas canções de embalar.

The Cure – The Top (1984)

The Top tem essa estranheza, de ser tudo e o seu contrário, luz e sombra, amor e raiva, às vezes tudo na mesma canção.

NOS Alive 2019 – Dia 1

O primeiro dia do NOS Alive teve nos The Cure o seu momento mais alto. Houve calor e música para todos os gostos, num desfile de estilos e ritmos bastante assinalável.

“Foxy Lady” – The Cure

Uma nova roupa para um clássico da década anterior.

The Cure – Pornography (1982)

Pornography é o disco onde os Cure se descobriram claustrofóbicos, transformando a depressão em epopeia.

“Plainsong” – The Cure

Música de abertura de Disintegration, música de coroação em “Marie Antoinette” (Sofia Coppola) e música de encerramento em “Toni Erdmann” (Maren Ade).

The Cure – Faith (1981)

No início da década de 80, Smith e companhia lançavam-se numa floresta negra.

“A Night Like This” – The Cure

“A Night Like This” – Quando os Cure conseguiram transformar a sua soturnidade em hits cantaroláveis e dançáveis.