Jay-Z – The Blueprint (2001)

Talvez o disco de hip-hop mais influente dos anos 2000.

“Hip Hop Hooray” – Naughty By Nature

“Hip Hop Hooray” é um clássico total a ser recordado 17 anos depois de ter sido lançado.

Amy Winehouse – Back to Black (2006)

Disseram-lhe que bastava mais ou menos. Respondeu que não, não, não…

Nitin Sawhney – Beyond Skin (1999)

O seu poder está na suspensão, nem que seja provisória, do nosso cinismo. Durante 58 minutos voltamos a ter compaixão pelo mundo.

Lana Del Rey – Born to Die (2012)

Que se lixe a verdade, diz Born to Die a cada instante. A beleza é muito mais importante.

Cardi B – Invasion of Privacy (2018)

O segredo deste disco? Transbordar de personalidade. Cardi é assim: desbocada e divertida, arruaceira e frágil, fanfarrona mas verdadeira. O segredo deste disco é a própria Cardi B.

IDLES e a ética familiar

Os britânicos IDLES serão indiscutivelmente um dos maiores fenómenos de música a surgir nos últimos anos.

Capote Fest 2019 || Évora

O Capote Fest já é tanto de Évora como as migas e o bom vinho tinto. À quarta-edição, apostou-se na diversidade do cardápio, um palpite que se revelou certeiro.

Sam The Kid – Beats. Vol 1 (2002)

Em dezembro de 2002, Sam The Kid, com 23 velas sopradas, entrega ao mundo a sua visão sobre o amor.

Rage Against the Machine – Rage Against the Machine (1992)

A acumulação de tensão em níveis tântricos até uma bomba atómica explodir no refrão é a sua imagem de marca.

FIDLAR – Almost Free (2019)

Ao terceiro disco, os FIDLAR fazem o seu London Calling, diversificando estilos e instrumentos, ao mesmo tempo que mantêm a irreverência skate punk original.

Tricky – Maxinquaye (1995)

Imaginem-se num beco escuro, ouvindo passos: isso é Maxinquaye.

David Bruno – O Último Tango em Mafamude (2018)

David Bruno tece uma ode musical ao Portugal suburbano do início dos anos 90, num disco intrigante que mistura vulgaridade romântica com uma elegância inesperada.

J. Cole – KOD (2018)

O que é grande em KOD não são as palavras mas a cadência com que são ditas: o balanço incrível do seu rap, gingando como uma banda de funk. Cole poderia até “rappar” em mandarim. Bambolearíamos na mesma, enlaçados no seu ritmo.

Playlist da Semana: Hip Hop in the house

Playlist da Semana: Hip Hop in the house

Gorillaz – The Now Now (2018)

Onde Humanz era histeria e dispersão, The Now Now é melancolia e concisão.

Portishead – Dummy (1994)

Dummy é lúgubre mas sensual, como o decote lânguido de uma viúva chorosa.

Death Grips – Steroids (Crouching Tiger Hidden Gabber Megamix) [EP] (2017)

Steroids é um manifesto despudorado à raiva, feito por gente que é, sem sombra de dúvida, completamente fodida dos cornos. Nada nem ninguém se equipara ao que os Death Grips aqui fazem. Não aguentaríamos se tal não fosse o caso – haja misericórdia.