Ena Pá 2000 – És Muita Linda (1994)

O segundo e melhor disco dos Ena Pá 2000, És Muita Linda, é de uma olímpica e bem-vinda parvoíce.

Syd – Fin (2017)

O disco de estreia de Syd, Fin, é uma pérola esquecida do R&B contemporâneo.

Gabriel o Pensador – Ainda é Só o Começo (1995)

Um disco que bebeu da mais fina tradição de MPB e a devolveu em forma de hip hop quase erudito, responsável também por uma renovação da música brasileira em Portugal, numa altura em que o que vinha do país irmão soava tudo a parolada.

Drake – Honestly, Nevermind (2022)

Seria de esperar que quem vibrou com temas como “Hold On, We’re Going Home”, “One Dance” e “Passionfruit” (os grandes sucessos comerciais do artista) fosse adorar a nova produção de Drake, mas não é o que tem acontecido — afinal,…

Red Hot Chili Peppers – The Uplift Party Plan (1987)

O terceiro disco dos Red Hot, The Uplift Party Plan, é aquele que melhor ilustra a essência do género que inventaram: o funk metal. Uma mistura feliz entre funk, rap e rock.

De La Soul – 3 Feet High and Rising (1989)

O álbum de estreia dos De La Soul, 3 Feet High and Rising, é a obra-maior dos chamados anos de ouro do hip-hop. Groovy, irreverente e colorido.

Eminem – The Marshall Mathers LP (2000)

O terceiro álbum de Eminem, The Marshall Mathers LP, é a sua polémica obra-prima: provocadora, espirituosa, imaginativa.

Podcast Altamont: Episódio 7 – Especial Hip Hop

No sétimo episódio do Podcast Altamont as nossas atenções concentram-se num género específico – o Hip Hop. Debatemos as suas raízes, a sua importância inquestionável e o seu futuro.

Beastie Boys – Paul’s Boutique (1989)

O segundo álbum dos Beastie Boys, Paul’s Boutique, é um dos grandes clássicos dos anos de ouro do hip-hop, elevando a arte do sampling para um novo patamar.

slowthai – TYRON (2021)

Slowthai rima com polémica e irresponsabilidade.

Anderson .Paak – Malibu (2016)

O segundo disco de Anderson Paak é quase uma história da música negra americana, uma síntese feliz entre soul, jazz, funk e hip-hop. A sua voz rouca cheia de grão tem tanto de dor como de luz.

Flying Lotus – Cosmogramma (2010)

O terceiro disco de Flying Lotus leva a arte dos beats instrumentais para um novo patamar de sofisticação. 

60 discos que lhe podem ter escapado em 2020

Porque nem só de “melhores discos de 2020” se fez o ano, porque há pérolas obscuras por descobrir — sejam discos editados em editoras mais pequenas ou discos instrumentais, fizemos uma lista de álbuns que lhe podem ter escapado nos últimos doze meses.

Tristany – Meia Riba Kalxa (2020)

Meia Riba Kalxa é sonho e lamento, festa e melancolia, tensão e distensão, agressividade e placidez. É a rua, a periferia e os sonhos de quem nela cresceu transformados num objeto artístico com drama, vida e seus diferentes ritmos, festa e tristeza, dor e conquista.

Future – DS2 (2015)

À terceira é de vez: DS2 é a obra-prima de Future. Trap sombrio encharcado em sedativos.

Capicua – Madrepérola (2020)

Desde 2008 Capicua tem brindado o mundo do hip-hop, aliás de toda a música portuguesa, com lições de como fazer boas letras e canções. Em 2020 chega Madrepérola, a mais recente jóia da discografia.

N.W.A. – Straight Outta Compton (1988)

Straight Outta Compton é o Never Mind the Bollocks do hip-hop: niilista, escandaloso e efervescente.

Kanye West – 808s & Heartbreak (2008)

Uma nova era do hip-hop começou com este disco: melódica e melancólica, anestesiada em auto-tune, onde o vazio interior pós-fama vale mais do que qualquer ouro ao pescoço.