Uma Mão Cheia de viagens e passeios sonoros

São cinco discos, uma mão cheia de aventuras, momentos muito díspares. Mas são também uma aventura que vale a pena percorrer, ouvindo-os.

Bob Dylan – Highway 61 Revisited (1965)

No período mais fértil da sua vida, chega-nos o disco que melhor condensa as várias facetas de um Bob Dylan em busca determinada pela sua liberdade artística. Em Julho de 1965 chega às rádios e aos ouvidos da América “Like…

Jessica Pratt – Here in the pitch (2024)

Um pouco mais de luz na beleza espectral de uma autora única. Jessica Pratt é um caso peculiar na cena musical actual. Chega ao seu quarto disco continuando a estar nas margens, a ser um segredo bem guardado e acarinhado…

Joni Mitchell – Court and Spark (1974)

Joni Mitchell regressa a L.A. com todos os seus pontes fortes e um arsenal de novas armas: uma paleta alargada pelas influências jazz e country e uma energia e uma confiança nunca antes vistas.

Joni Mitchell – Ladies of the Canyon (1970)

Um excelente disco de transição que reúne o melhor do que Mitchell já fizera e aponta pistas para o que viria a seguir.

Joni Mitchell – Clouds (1969)

Folkie e acústico como o disco de estreia, Clouds é ainda mais belo e profundo. A casa de “Both Sides Now” e “Chelsea Morning”.

Tom Waits – Rain Dogs (1985)

Rain Dogs é um Swordfishtrombones em esteróides, demente e circense como o seu antecessor mas agitado e nervoso como a Nova-Iorque onde foi gravado.

Old Jerusalem – Certain Rivers (2021)

Ao oitavo disco, Old Jerusalem dá-nos um disco despido e plácido, com o habitual conforto contemplativo Francisco Silva, aka Old Jerusalem, já anda nisto há muito tempo. E se as suas fotos mostram a passagem do tempo – como acontece…

Joni Mitchell – Blue (1971)

O quarto álbum de Joni Mitchell, Blue, é belo, triste e honesto. Como a chuva a cair numa tarde de Inverno.

Neil Young – Homegrown (2020)

Homegrown, o mítico disco de Neil Young perdido desde 1975, vê finalmente a luz do dia. Tem alguns momentos brilhantes mas acaba por não corresponder totalmente à lenda que há tanto tempo o rodeia.

Bob Dylan – The Freewheelin’ Bob Dylan (1963)

É essa a importância histórica de Freewheelin’: ser o elo de ligação entre a modernidade beatnik e tudo o que veio a seguir.

James Taylor – Gorilla (1975)

Gorilla é um álbum alegre, que não larga o amor.

Van Morrison – Astral Weeks (1968)

Oito canções que parecem uma só, cheias de neblina e de sonho. Como se fôssemos estranhos neste mundo. Como se nascêssemos outra vez.

The Beatles – The Beatles [White Album] (1968)

O white album não é só um grande clássico cheio de canções imortais. É o cânone a partir do qual todos os álbuns-duplos são medidos.

Mark Lanegan & Duke Garwood – With Animals (2018)

Mais madrugada do que noite, mais silêncio do que grito, mais peso no peito do que choro.

Playlist da semana: Adoro o som da folk logo pela manhã

Começando o percurso pelos inatacáveis Crosby, Stills Nash & Young, faremos uma viagem pelos meados dos anos 60 e início dos 70 do século XX, altura da qual saíram as grande pérolas da folk.

Belle and Sebastian – How To Solve Our Human Problems (2018)

Sob o pretexto de revisitarem o rock e a soul dos anos 60, bem como o prog e o disco dos anos 70, os Belle and Sebastian oferecem-nos mais um bonito disco, cheio de delicadeza e imaginação melódica.

Playlist da Semana: Outono

Playlist da Semana: Outono