Diogo Lopes
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Era uma vez um puto gordo que não se safava bem a jogar à bola e que foi descobrindo na música um sítio onde podia comer as bolachas todas que quisesse sem nunca sentir-se impedido de viver como todos devem: completos. Alguns aninhos depois, com a fase "chubby" bem guardada em fotografias antigas e calças de pijama estupidamente grandes, continua a encontrar na música o fulgor de se viver com o coração à flor-da-pele. Tudo o resto são aventuras, gargalhadas e disparates.

Arctic Monkeys – AM (2013)

Era uma vez um grupo de putos de cabelo mal lavado e sweatshirts largueironas que governava um país mágico, uma terra onde todos os seus habitantes viviam felizes e de barriga cheia de música boa, irreverente, voltaica, com substrato. Essa…

King Krule – 6 Feet Beneath the Moon (2013)

Num género quase novo de seu nome darkwave, Krule traz-nos uma mistura de indie rock com blues e eletrónica que é impossível deixar-nos indiferentes.

Jagwar Ma – Howlin (2013)

Estou à procura de uma metáfora que me ajude a enquadrar a análise que fiz ao trabalho mais recente de Jagwar Ma, mas por mais que tente, nada parece querer sair. Não me costuma acontecer isto, normalmente, no que toca…

Filho da Mãe – Palácio (2011)

Fibra óptica, Gigabytes e MP4’s. Estamos numa era onde tudo o que nos cruza o caminho, todos os dias, em qualquer sítio onde estejamos, está de uma forma ou outra ligado a um qualquer género de tecnologia. Ela faz o…

Willy Moon – Here’s Willy Moon (2013)

Willy, Willy Moon. Quem oiça este nome pela primeira vez, para além de associar quase de imediato com um herói de uma serie de animação qualquer, não ficará de certeza indiferente. A verdade é que este neozelandês de 24 anos…

Houses – A Quiet Darkness (2013)

O duo norte-americano composto por Dexter Tortoriello e a sua companheira Megan Messina chega-nos com o seu terceiro álbum de originais, A Quiet Darkness, cuja mística estivemos a desvendar. Por entre uma refrescante mistura de electrónica com um pop”zinho” muito…