King Gizzard and the Lizard Wizard – Phantom Island (2025)

Cordas, sopros, southern rock, Motown e cocaína dos anos 70, em mais um belíssimo disco dos King Gizzard.

Klaus Johann Grobe – Io tu il loro (2024)

Uma pérola de lounge funk vindo das montanhas suíças O duo Klaus Johann Grobe é composto pelos suíços Daniel Bachmann (voz e bateria) e Sevi Landolt (na voz, no baixo, nos sintetizadores e na ocasional guitarra). Já os acompanhamos por…

Aretha Franklin – I Never Loved a Man the Way I Love You (1967)

O décimo disco de Aretha Franklin, I Never Liked a Man Like I Love You, marca o início dos seus anos de ouro. “Respect” é a sua jóia da coroa mas nenhuma das outras dez canções a envergonham. Um clássico absoluto da chamada southern soul.

James Brown – Black Caesar (1973)

Um dos discos mais interessantes de James Brown é a banda-sonora do filme blaxploitation Black Caesar. Uma mistura inesperada de melodramatismo com leveza brincalhona.

Curtis Mayfield – Super Fly (1972)

O terceiro álbum de Curtis Mayfield, Superfly, não é apenas uma banda-sonora incrível. É um instantâneo de uma era longínqua.

Etta James – At Last! (1960)

O álbum de estreia de Etta James, At Last!, é elegante e rude. Como um diamante luzindo na lama.

Sam Cooke – Night Beat (1963)

O penúltimo disco de Sam Cooke, Night Beat, é a obra-prima do mestre da soul.

Arto Lindsay – Mundo Civilizado (1997)

Mundo Civilizado é um disco totalmente sedutor. Um toque de bossa, um cheirinho a eletrónica, uma pitada de art pop jazzístico, boas canções, e está feita a festa!

Cleo Sol – Mother (2021)

Mother é um disco íntimo, caseiro, de sofá e calças de fato de treino, enquanto se cuida: de uma criança, de uma família, de si próprio.

Durand Jones & The Indications – Private Space (2021)

Os campeões da retro-soul trocam as ruas pelo quarto, com um pezinho no disco sound Durand Jones & The Indications juntaram-se na Universidade de Indiana através do amor à música soul dos anos 60 e 70. Nesse terreno comum, com…

60 discos que lhe podem ter escapado em 2020

Porque nem só de “melhores discos de 2020” se fez o ano, porque há pérolas obscuras por descobrir — sejam discos editados em editoras mais pequenas ou discos instrumentais, fizemos uma lista de álbuns que lhe podem ter escapado nos últimos doze meses.

Stevie Wonder – Innervisions (1973)

O menino-prodígio da soul faz-se um homem, com um disco que tem tanto de político como de espiritual. Nove canções perfeitas, transbordantes de luz interior.

Dusty Springfield – Dusty In Memphis (1969)

A soul acontece quando uma alma transborda. Dusty in Memphis é um extravasante dilúvio.

Gil Scott-Heron – Pieces of a Man (1971)

Pieces of a Man é o nascimento do rap, sim, mas é muito mais do que isso. É uma obra maior da música negra norte-americana, misturando poesia, soul, funk e activismo, na voz do inimitável Gil Scott-Heron

Little Richard: o adeus do Senhor Rock and roll

Deixou-nos um dos primeiros. Deixou-nos um dos maiores. Deixou-nos um dos únicos. Little Richard, pioneiro em tantas coisas, partiu aos 87 anos, depois de uma vida que vale por muitas.

Isaac Hayes – Hot Buttered Soul (1969)

O disco que inventa a soul sofisticada de auto dos dourados anos 70.

“Love is a Losing Game” – Amy Winehouse

Quando canta “Love is a Losing Game” alguma coisa em nós estremece…

Jay-Z – The Blueprint (2001)

Talvez o disco de hip-hop mais influente dos anos 2000.