IDLES e a ética familiar

Os britânicos IDLES serão indiscutivelmente um dos maiores fenómenos de música a surgir nos últimos anos.

Led Zeppelin – Presence (1976)

Presence, marcado por dúvidas e uma fuga para frente, é o início do fim do domínio mundial dos Led Zeppelin, e o seu último disco que ainda merece um lugar ao lado das obras-primas anteriores

Dead Kennedys – Fresh Fruit For Rotting Vegetables (1980)

Se o punk é, acima de tudo, pensar pela própria cabeça, então os Dead Kennedys serão um espécimen bem mais interessante.

The Specials – The Specials (1979)

O álbum de estreia dos Specials capta na perfeição o espírito tumultuoso do tempo. E fá-lo escolhendo um lado da barricada: o das pessoas decentes contra a estupidez do racismo.

The Jam – In the City (1977)

In the City é um dos documentos, o primeiro, de uma quiet revolution, de gravata e bons fatos, que Weller continua a fazer.

Sex Pistols – Never Mind The Bollocks, Here’s The Sex Pistols (1977)

A ideia de tudo apagar, de demolir as próprias ruínas para recomeçar do zero, para pensar e construir de maneira totalmente nova foi o leitmotiv que guiou o conjunto inglês.

The Clash – The Clash (1977)

Os Clash têm uma elegância que nenhuma outra banda punk tem, são sujos mas sofisticados, como um vagabundo que só bebe champanhe.

Vem aí a quarta edição do Festival Montes da Rock

Três bandas de rock musculado vão agitar, a partir das 22h, a bonita aldeia de Montes da Senhora: Patrulha do Purgatório, Asimov e Martin’s Gang.

The Clash – London Calling (1979)

O punk, já não como regulamento, mas sim como puro espírito.

Wire – Pink Flag (1977)

Podia começar esta história como começam as histórias das crianças, o tradicional “Era uma vez…” mas não o vou fazer. Primeiro, porque vocês não são crianças. Segundo porque isto faz parte da História, mas não é uma simples história de…

Canção do dia: Our Secret – Beat Happening

Às vezes o mais punk a fazer é ser criança. Ter o cabelo à escovinha, ir às aulas. Ser acompanhado para casa tendo na intenção dessa companhia nada senão uma boa conversa durante o trajecto. O discurso é estúpido, mas…

Guns N’ Roses: a banda gigante que o mundo esqueceu

Eu Judas Iscariotes me confesso. Porque amei os Guns desalmadamente na minha adolescência e depois os traí por trinta dinheiros. Dêem-me uma corda e uma velha figueira, não sem antes vos contar a minha torpe história. O meu primeiro concerto…

Guns N’ Roses – The Spaghetti Incident? (1993)

Já o ano de 1993 ia bem alto, quando os Guns N’ Roses resolveram voltar a jogo lançando mais um disco, o quinto da sua curta carreira. O que os Guns não sabiam é que a sua actividade até já…

Guns N’ Roses – G N’R Lies (1988)

Em 1987, Appetite For Destruction fora um retumbante sucesso. Agora, volvido um ano, era preciso pôr depressa um disco cá para fora, sob pena do burburinho esmorecer. Os Guns tinham acabado de gravar quatro temas acústicos, pelo que alguém da Geffen…

Good Times Bad Times: Ascensão e queda dos gigantes Led Zeppelin

A banda que inventou o rock moderno: musculado, centrado nos riffs e jogando habilmente com os contrastes leve-pesado. A alma do blues levada até às suas últimas consequências.

Chaputa lança compilação de garage punk nacional

A editora independente Chaputa! Records lançou no passado dia 16 uma compilação com o melhor do garage punk português, limitada a 500 exemplares, chamada Sons of Chaputa! O álbum contém 8 temas clássicos de garage punk, tocados por bandas portuguesas de…

Como um gato do Japão: as sete vidas que Bowie nos deu

Há tanta heterogeneidade no seu percurso – no estilo de vida, aparência, sexualidade, drugs of choice, música que fez – que parece que Bowie não viveu uma vida mas muitas, “like a cat from Japan”, como o próprio nos chamou a atenção em “Ziggy Stardust”.