O concerto que Gilberto Gil deu no Coliseu do Porto será arquivado numa gavetinha especial no cérebro, já que foi daqueles que ficam colados à memória, como a insistência de um refrão que teima em não abandonar.
Djavan || Festival Jardins do Marquês 2024
Djavan foi um gigante na noite de Oeiras. Não coube em si, e a sorte foi toda nossa. Iluminou a noite que fechou a edição de 2024 do Festival Jardins do Marquês. Ontem foi dia D!
Adriana Calcanhotto || Festival Jardins do Marquês: a noite foi da “errante” Adriana Calcanhotto, que soube dar passos atrás para acabar em beleza
Na noite em que a língua portuguesa foi a única a ouvir-se, faltou a vitória desejada noutras geografias. Mas ganhou o Brasil, na voz de Adriana Calcanhotto.
Caetano Veloso || Coliseu dos Recreios – Lisboa despediu-se do deus maior da MPB
Meu Coco é o coco de Caetano Veloso, mas também de todas as cabeças que o acolhem há anos, há muitos anos e que ontem se despediram do mestre maior da música popular brasileira. Foi bonito e comovente, foi “celeste celestial”.
Caetano Veloso – Caetano Veloso (1968)
A estreia de Caetano Veloso a solo é o disco mais inspirado do tropicalismo.
Playlist da Semana: Meu Nome é Gal
Lembrar a voz de Gal Costa. Ouvir as suas canções. É esse o nosso propósito. Quando Gal cantava, reinava sempre um silêncio interior e tudo era “divino maravilhoso”. Essa era a sua “força estranha”, a sua missão no mundo. Viva Gal…
Tim Bernardes || Coliseu dos Recreios: A beleza é um bem que perdura
O Coliseu dos Recreios levou uma doce tareia sentimental. E gostou. Gostou muito, graças ao génio do músico paulistano.
Caetano Veloso – Outras Palavras (1981)
Outras Palavras foi o primeiro Disco de Ouro da carreira de Caetano Veloso, e percebe-se facilmente a razão: é um tremendo álbum, repleto de clássicos e de amor em forma de sons e palavras, de outras palavras, entenda-se.
Salma e Mac em entrevista
Desde há muito que o Altamont tem dado o devido destaque à banda brasileira Carne Doce nas páginas deste site. Fomos percebendo e entendendo a sua evolução, o seu crescimento, a forma como se foram transformando num projeto vigoroso e…
Gilberto Gil – Expresso 2222 (1972)
Há que comemorar o álbum Expresso 2222 . Ele faz 50 anos e o seu autor, Gilberto Gil, conta já com mais trinta. Dois números de peso que cimentam um disco, uma carreira e um músico de exceção. Andamos sempre atentos a…
Caetano Veloso – Transa (1972)
A data é comemorativa, mas servirá sobretudo como lembrete: ouvir Transa é urgente, mesmo passados 50 anos do seu aparecimento público, ou até talvez por isso. O antes e o agora revelam que o disco, afinal, não tem a idade…
“Ilê Ayê” – Gilberto Gil
Do álbum Refavela, editado em 1977, “Ilê Ayê” é um poderoso documento musical que debate e dá visibilidade à questão da identidade negra brasileira. A mestria singular de Gilberto Gil combina funk, reggae, afrobeat e MPB, numa revisitação às raízes…
Caetano Veloso – Meu Coco (2021)
Será possível que o mundo inteiro possa caber dentro da rodela de um disco? Sim, pode. Sobretudo quando esse mundo tão particular existe no coco de um grande criador. Meu Coco, meu mundo. Eis o antes, o agora e o depois no…