Odair José – O Filho de José e Maria (1977)

A vida d´O Filho de José e Maria como nunca a ouviram, provavelmente. A proposta maldita de Odair José chegou ao Altamont!

Simone, Aline Paes e Rogê || Festival Jardins do Marquês: a noite fez-se perfeita, e nada será como antes

Tarde e noite brasileiras em solo luso. Ontem, nos Jardins do Marquês foi assim: o Rio de Janeiro esteve bem, mas quem ganhou de goleada foi São Salvador da Bahia.

Coala Festival: Xande (e Caetano) brilharam na noite de Ney Matogrosso

Dois concertos encheram a noite de ontem, no Coala Festival Portugal. Xande Canta Caetano e o camaleónico Ney Matogrosso arrasaram.

2005 / 2025 – As Escolhas de: Carlos Lopes

Desafiámos os nossos escribas a fazer a difícil escolha de selecionar um álbum, uma banda/artista, uma música, um concerto e um artigo escrito no altamont que os tenha marcado, nestes últimos 20 anos. Poderão vê-las no decorrer das próximas semanas,…

Djavan || Festival Jardins do Marquês 2024

Djavan foi um gigante na noite de Oeiras. Não coube em si, e a sorte foi toda nossa. Iluminou a noite que fechou a edição de 2024 do Festival Jardins do Marquês. Ontem foi dia D!

Adriana Calcanhotto || Festival Jardins do Marquês: a noite foi da “errante” Adriana Calcanhotto, que soube dar passos atrás para acabar em beleza

Na noite em que a língua portuguesa foi a única a ouvir-se, faltou a vitória desejada noutras geografias. Mas ganhou o Brasil, na voz de Adriana Calcanhotto.

Stacey Kent e Danilo Caymmi || Festival Jardins do Marquês: um sopro de Jobim nas vozes de Danilo e Kent

É sempre bom voltar a ouvir canções do maestro António Carlos Jobim. A eternidade da sua música apresentou-se, ontem, nas vozes de Stacey Kent e Danilo Caymmi. 

Jards Macalé || Musicbox

Magritte não diria melhor: isto não é uma reportagem sobre o concerto de Jards Macalé. Não sendo, de facto, o que poderia ser, alguma utilidade tenho de dar a estas linhas. Sem grandes certezas, e sempre receoso de rótulos e…

Zé Ibarra – Marquês, 256 (2023)

Zé Ibarra deu à luz uma pequena obra-prima nos vão de escada do local onde viveu nos sofridos anos da pandemia. Desses instantes íntimos surgiu Marquês, 256, um disco que só tem beleza e prazer para nos dar.

Gilberto Gil || Coliseu dos Recreios: o lume brando da serenidade adulta de Gilberto Gil

Ontem fizemos parte da larga e universal família de Gilberto Gil. Parecia que estávamos à lareira com o velho mestre baiano. Mas em vez desse fogo aceso que queima e aquece, acendeu-se a chama fraterna no coração de todos nós.

Caetano Veloso || Coliseu dos Recreios – Lisboa despediu-se do deus maior da MPB

Meu Coco é o coco de Caetano Veloso, mas também de todas as cabeças que o acolhem há anos, há muitos anos e que ontem se despediram do mestre maior da música popular brasileira. Foi bonito e comovente, foi “celeste celestial”.

Caetano Veloso – Caetano Veloso (1968)

A estreia de Caetano Veloso a solo é o disco mais inspirado do tropicalismo.

Chico Buarque – Chico Buarque de Hollanda (1966)

O álbum de estreia de Chico Buarque é mais inventivo do que se tem proclamado.

Maria Bethânia + A Cor do Som || Festival Jardins do Marquês 2023

A deusa Bethânia reinou nos ventos de Iansã. É eterna, a mana Caetana. No final da tarde, Pierre Aderne, e ao cair da noite, os míticos A Cor do Som. Bela colheita, a de ontem!

Liniker + Bala Desejo || Festival Jardins do Marquês 2023

Fim de tarde e noite bonitas. Ontem, matámos um enorme Desejo e fizemos do samba e do soul-funk um local de bom abrigo. Tudo isto no Festival Jardins do Marquês, em Oeiras.

“Coqueiro de Itapoã” – Caetano Veloso

A primavera chegou um dia e nunca mais se foi embora. “Coqueiro de Itapoã” é uma das canções mais doces e quentes de sempre e começar a semana com Caetano é sempre fazer por se ter uma semana bonita.

Luz – Djavan (1982)

Luz é uma chama imensa, o álbum glorioso de Djavan, com o qual começou a ganhar a eternidade. É tão perfeito que não parece real. Mas é. Veio ao mundo em 1982 e soa de forma perfeita até aos dias…

Blitz – As Aventuras da Blitz 1 (1982)

A vida era uma tremenda festa para a Blitz. A sua primeira aventura sonora em álbum foi um estouro total, mostrando que, afinal, todo e qualquer brasileiro soube amar a banda que cantava exatamente o contrário.