A vida d´O Filho de José e Maria como nunca a ouviram, provavelmente. A proposta maldita de Odair José chegou ao Altamont!
Coala Festival: Xande (e Caetano) brilharam na noite de Ney Matogrosso
Dois concertos encheram a noite de ontem, no Coala Festival Portugal. Xande Canta Caetano e o camaleónico Ney Matogrosso arrasaram.
2005 / 2025 – As Escolhas de: Carlos Lopes
Desafiámos os nossos escribas a fazer a difícil escolha de selecionar um álbum, uma banda/artista, uma música, um concerto e um artigo escrito no altamont que os tenha marcado, nestes últimos 20 anos. Poderão vê-las no decorrer das próximas semanas,…
Djavan || Festival Jardins do Marquês 2024
Djavan foi um gigante na noite de Oeiras. Não coube em si, e a sorte foi toda nossa. Iluminou a noite que fechou a edição de 2024 do Festival Jardins do Marquês. Ontem foi dia D!
Adriana Calcanhotto || Festival Jardins do Marquês: a noite foi da “errante” Adriana Calcanhotto, que soube dar passos atrás para acabar em beleza
Na noite em que a língua portuguesa foi a única a ouvir-se, faltou a vitória desejada noutras geografias. Mas ganhou o Brasil, na voz de Adriana Calcanhotto.
Stacey Kent e Danilo Caymmi || Festival Jardins do Marquês: um sopro de Jobim nas vozes de Danilo e Kent
É sempre bom voltar a ouvir canções do maestro António Carlos Jobim. A eternidade da sua música apresentou-se, ontem, nas vozes de Stacey Kent e Danilo Caymmi.
Caetano Veloso || Coliseu dos Recreios – Lisboa despediu-se do deus maior da MPB
Meu Coco é o coco de Caetano Veloso, mas também de todas as cabeças que o acolhem há anos, há muitos anos e que ontem se despediram do mestre maior da música popular brasileira. Foi bonito e comovente, foi “celeste celestial”.
Caetano Veloso – Caetano Veloso (1968)
A estreia de Caetano Veloso a solo é o disco mais inspirado do tropicalismo.
Chico Buarque – Chico Buarque de Hollanda (1966)
O álbum de estreia de Chico Buarque é mais inventivo do que se tem proclamado.
Maria Bethânia + A Cor do Som || Festival Jardins do Marquês 2023
A deusa Bethânia reinou nos ventos de Iansã. É eterna, a mana Caetana. No final da tarde, Pierre Aderne, e ao cair da noite, os míticos A Cor do Som. Bela colheita, a de ontem!
“Coqueiro de Itapoã” – Caetano Veloso
A primavera chegou um dia e nunca mais se foi embora. “Coqueiro de Itapoã” é uma das canções mais doces e quentes de sempre e começar a semana com Caetano é sempre fazer por se ter uma semana bonita.
Luz – Djavan (1982)
Luz é uma chama imensa, o álbum glorioso de Djavan, com o qual começou a ganhar a eternidade. É tão perfeito que não parece real. Mas é. Veio ao mundo em 1982 e soa de forma perfeita até aos dias…
