Echo & the Bunnymen – Ocean Rain (1984)

O quarto álbum dos Echo & the Bunnymen, Ocean Rain, é a sua consensual obra-prima: orquestral, misteriosa, evocativa.

The Fall – This Nation’s Saving Grace (1985)

O oitavo álbum dos Fall, This Nation’s Saving Grace, é abrasivo mas acessível. O rabugento Mark E. Smith deixando-se amaciar pela senhora Brix Smith.

Playlist da Semana: Pós-Panca

Deixamo-vos aqui alguns dos clássicos do pós-punk para vos aguçar o apetite…

Nick Cave and the Bad Seeds – Your Funeral… My Trial (1986)

O quarto álbum de Nick Cave and the Bad Seeds, Your Funeral… My Trial, faz uma síntese elegante entre a cor da melodia e o preto-e-branco da raiva pós-punk.

Nick Cave and The Bad Seeds – From Her to Eternity (1984)

O álbum de estreia de Nick Cave and the Bad Seeds é uma pérola do pós-punk tardio: tenso, mórbido e teatral.

Porridge Radio – Every Bad (2020)

Bela surpresa dos Porridge Radio, com um disco intenso e visceral.

“A Short Term Effect” – The Cure

“Short Term Effect” é uma viagem irreal, com os seus ecos, a sua guitarra arabesca e onírica à Hendrix, as suas dissonâncias e distorções fantasmagóricas.

The Cure – The Top (1984)

The Top tem essa estranheza, de ser tudo e o seu contrário, luz e sombra, amor e raiva, às vezes tudo na mesma canção.

The Cure – Pornography (1982)

Pornography é o disco onde os Cure se descobriram claustrofóbicos, transformando a depressão em epopeia.

The Cure – Three Imaginary Boys (1979)

Em 1979, uns muitos jovens The Cure estreavam-se em disco com Three Imaginary Boys, um petardo pós-punk ainda à procura do som que os tornaria grandes, nos álbuns seguintes.

The B-52’s – The B-52’s (1979)

The B-52’s é uma festa no hospício, uma pista de dança em Marte, uma criança feliz a conduzir o carro do pai em contramão.

Tricky – Maxinquaye (1995)

Imaginem-se num beco escuro, ouvindo passos: isso é Maxinquaye.

Em câmara lenta como na TV: a história dos GNR

Foram tudo: putos do boom do rock, patronos da intelligentsia alternativa, reis e rainhas da pop. Hoje são uma instituição.

GNR – Defeitos Especiais (1984)

Em 1984, ano distópico por excelência, os GNR lançam um disco sombrio e claustrofóbico cheio de referências pós-punk: uma espécie de Joy Division à Gomes de Sá, metade negrume de Manchester, metade granito do Porto.

Os Pavement e o charme do desmazelo

O grande legado dos Pavement é mostrar-nos quanta beleza pode haver no inacabado, no desleixado, no descuidado. Como uma miúda gira acabada de acordar.

Arcade Fire – Funeral (2004)

Porque é que Funeral é tão imenso, considerado por muitos como o disco da sua década? Pela sua originalidade? Pela sua beleza? Estamos em crer que a  resposta é outra: pela primazia quase fascista da emoção.

Joy Division – Closer (1980)

Closer é o disco mais belo e trágico da história da pop, e quem disser o contrário tem o coração avariado.

Wire – Pink Flag (1977)

Podia começar esta história como começam as histórias das crianças, o tradicional “Era uma vez…” mas não o vou fazer. Primeiro, porque vocês não são crianças. Segundo porque isto faz parte da História, mas não é uma simples história de…