Talking Heads – Fear of Music (1979)

Denso, belo, cativante, mas muito freak, também. A deliciosa paranóia extravagante de Fear of Music é um vírus bom, daqueles que ninguém se importará de apanhar.

Talking Heads – More Songs About Buildings and Food (1978)

Uma evolução na continuidade, reforçando o funkadelismo ansiogénico do álbum de estreia. Os nerds do liceu dançando furiosamente, trucidando as “populares” sem piedade…

Devendra Banhart – Flying Wig (2023)

Não dizer muito bem, como gostaríamos, de quem gostamos muito, é uma chatice. Mas, a ser feito, que se faça com o respeito que o músico nos merece. Devendra Banhart não fica bem de peruca.

Brian Eno – Taking Tiger Mountain (by Strategy) (1974)

Taking Tiger Mountain (by Strategy) é mesmo um disco excecional. Não haverá muitas outras palavras para o descrever, e por isso o melhor é ouvir com atenção esta pérola preciosa nascida em 1974. Trinta e oito anos (!!!) depois de ter…

David Byrne – Feelings (1997)

Feelings é uma jóia que nem sempre parece brilhar. Talvez seja demasiadamente esquiva para a exuberância que transporta, pois embora não pareça, essa é a sua essencial matéria, o seu âmago.

Nala Sinephro – Space 1.8 (2021)

Parece um sopro de paraíso sussurrado aos nossos ouvidos. Um espaço onde pequenos detalhes surgem a cada instante, uma imensa narrativa onírica, um caminho fértil que se percorre com imenso prazer. Com os pés na terra do sonho, mas com…

U2 – Zooropa (1993)

No ido ano de 1993 os U2, uma das maiores bandas do mundo, dá um alegado tiro no pé. Será que foi mesmo assim? Revisitemos a história. Uma das primeiras perguntas que se faz a quem pretende juntar-se ao Altamont…

Neu! – Neu! 75 (1975)

Neu! 75, terceiro álbum do duo de Dusseldörf, é a sua incontestável obra-prima. Contemplativa no lado A, mas zangada no lado B, lança pistas em todas as direcções. Um farol para a música ambiente e para o pós-punk.

Boards of Canada – Geogaddi (2002)

O segundo dos Boards of Canada, Geogaddi, pode não ser tão canónico como o disco de estreia – um marco na música electrónica ambiental – mas não lhe fica em nada atrás: nostálgico, poético e assombroso. Uma viagem à infância que pode não acabar bem…

“Spinning Away” – Brian Eno & John Cale

“Spinning Away” faz parte do álbum de colaboração de dois dos maiores músicos e influências musicais do século XX – Wrong Way Up, de 1990. Com uma mistura de sons entre o pop, eletrónica e a voz etérea do Brian…

Roxy Music – For Your Pleasure (1973)

Em 1973, os Roxy Music estavam à frente de Bowie em termos de inovação e experimentalismo. O elegante For Your Pleasure não deixa dúvidas a esse respeito.

Hiroshi Yoshimura – Music For Nine Postcards (1982)

Em Music For Nine Postcards, Yoshimura convida-nos a entrar num mundo pintado de luz, de branco, de reflexão, e feito de nostalgia, de paz e de compreensão.

James – Laid (1993)

Em 1993, num cenário pós-Smiths e pré-explosão da Britpop, os James, com a ajuda de Brian Eno, tornavam-se numa das mais importantes bandas britânicas.

Metronomy – Metronomy Forever (2019)

Tudo o que encontramos aqui são melodias bonitas, electrónica vintage com groove e a elegância que advém da total despretensão.

“The Big Ship” – Brian Eno

Em 1975, Brian Eno transportou, dentro do seu Another Green World, toda a humanidade para o futuro.

Uma Mão Cheia de Discos em Órbita da Lua

Uma Mão Cheia de Discos em Órbita da Lua é a nossa homenagem a esse enorme feito humano e aos 50 anos desse acontecimento. Siga-nos e embarque na viagem que vos propomos. It’s a one way ticket to ride!

“Chemistry” – Brian Eno / John Hassell

Brian Eno encontrou em Jon Hassell, um aliado perfeito para criar este “Chemistry”, retirado do fantasmagórico “Fourth World, Vol.1: Possible Musics”.

Jacco Gardner – Somnium (2018)

Ao terceiro disco, Jacco Gardner esquece as palavras e dá-nos uma viagem pelo seu mundo em modo ambiente. O percurso é satisfatório mas sabe a pouco.