Velvet Underground – White Light/White Heat (1968)

Ainda as flower girls de Manson não haviam cortado Sharon Tate em pedacinhos, já os Velvet suspeitavam que havia algo de profundamente pueril na utopia hippie. White Light/White Heat nem chega a ser desencantado porque nunca teve ilusões.

Os olhos nas linhas de Steve Gunn

Foram duas, as vezes que o muito amável e respeitável Steve Gunn falou com o Made of Things/Altamont sobre o disco “Eyes on the Lines”. Com o lançamento recente do novo disco The Unseen in Between, relembramos o disco anterior…

Ride: de regresso para Weather Diaries

De uma reunião pouco expectável para a edição de um novo disco. Uma entrevista a Mark Gardener dos Ride.

TOY – Clear Shot (2016)

Ao terceiro álbum, os TOY penduram o casaco kraut/psych/shoegaze para vestir algo que é tudo isso e muito mais: em Clear Shot, a banda encontra uma voz que, já sendo muito sua, passa a sê-lo a 100%. É único, pessoal…

Playlist da Semana: 25-07-2016

A playlist desta semana, começando e acabando com retalhos de 2016, completada com caminhos que me trouxeram até aqui, aconselha-se para momentos esparramados numa cadeira em frente a uma ventoinha, corridas para dentro do mar, na praia, para o desenvolvimento de um amor…

Animal Collective – Strawberry Jam (2007)

Em 2007 os Animal Collective já tinham passado as fronteiras de fenómeno de nicho e, lentamente, faziam o seu caminho rumo ao reconhecimento generalizado e aos corações da comunidade melómana. Contudo, este foi um ano importantíssimo para o grupo de…

Animal Collective – Sung Tongs (2004)

Da fogueira acenderam canções, dos ramos que atiçavam as labaredas baquetas fizeram, em xamânicos rítmicos ritos desconcertaram e convocaram índios, bestas e fadas. Esse era a história até 2004. Com Sung Tongs, lançado nesse mesmo ano, os Animal Collective mudavam as regras do jogo:…

Canção do dia: I Just Wasn’t Made For These Times – The Beach Boys

Já muito foi dito sobre Pet Sounds. Também já se deve ter dito, provavelmente, que os Beach Boys devem ter tido dos três anos mais profícuos da História da Música (1966, 1967, 1968) – que curiosamente coincidiram com os anos…

Reportagem: Jacco Gardner || Musicbox

Quem já leu ou viu “As Crónicas de Nárnia” sabe bem o que é entrar num armário e ser surpreendido com um mundo completamente novo e diferente. Mas quem nunca viu nem ouviu Jacco Gardner ao vivo, não sabe como…

The Polyphonic Spree – The Beginning Stages Of… (2002)

De quando em vez volto a ouvir este disco e todas essas vezes que o oiço um sorriso entreabre-se nos meus lábios. Há qualquer coisa de impoluto, ingénuo mas genuíno neste álbum. Se calhar é a minha costela de hippie…

Wavves – King of the Beach (2010)

Recuemos a Maio de 2009, aos arredores da bela vila de Barcelona, mais propriamente à edição desse ano do festival indie por excelência – o Primavera Sound. Os Wavves, uma das bandas do cartaz, vinham granjeando a atenção de críticos…

Ramones – Ramones (1976)

Hey Ho! Let’s Go! Obviamente que não poderia haver melhor maneira de começar este artigo. Nem outra coisa se poderia esperar até porque este mote acabaria por se tornar no espírito de vida desta banda norte americana. Sobejamente conhecidos e…

Fleet Foxes – Fleet Foxes (2008)

Eis que chegamos ao último álbum da década (versão cronológica) e esse teria que ficar a cabo de uma das grandes revelações desta década, os Fleet Foxes. A banda originária de Seattle conseguiu, neste seu primeiro disco, chamar a atenção…

Brian Wilson – Smile (2004)

Smile podia ter sido um dos álbuns da década de 60, dado ter sido o projecto dos Beach Boys, pós Pet Sounds, a que Brian Wilson, em colaboração com o letrista Van Dyke Parks, dedicou-se de corpo e alma. No…

The Beach Boys – Pet Sounds (1966)

Para todos aqueles que pensam que Beach Boys é apenas e só Barbara-An, Surfin’ USA e outras músicas a puxar para o teen dos early 60’s aqui fica a prova de que esta banda norteamericana liderada por Brian Wilson também…

The Thrills – So Much For The City (2003)

So Much For the City, nome do primeiro álbum do quinteto de Dublin é, claramente, um bom cartão de visita. Este LP de 2003 rapidamente faz-nos regressar a uma época e a um estilo claramente marcado por bandas da infame…