Na primeira edição de 2026, os organizadores das Cartaxo Sessions cumpriram o sonho de acolher os Mão Morta no auditório do Centro Cultural para uma sessão extra do pungente e profundo Viva la Muerte.
Mão Morta – Pesadelo em Peluche (2010)
Podia ter sido escrito pós-2020, no rescaldo Covid-19. Mas não: este pesadelo ocorreu em 2010. Eram outros tempos. Nem estávamos nos analógicos anos 80, com suados concertos no Orfeão da Foz do Porto ou Rock Rendez-Vous de Lisboa e mixtapes…
Mão Morta – Nus (2004)
Disco de uma canção só, Nus é Gumes e Gumes é Nus. Em 2004 os Mão Morta já tinham há muito deixado de ser a banda de Braga do underground que hipnotizava os stoners que iam aos seus concertos como…
Mão Morta – Há Já Muito Tempo que Nesta Latrina o Ar se Tornou Irrespirável (1998)
Há Já Muito Tempo que Nesta Latrina o Ar se Tornou Irrespirável é um disco de culto dos Mão Morta – não é globalmente tão celebrado como outros, mas é uma etapa conceptual que, mais de 25 anos depois, faz…
Mão Morta – Müller no Hotel Hessischer Hof (1997)
Disco desenhado para imortalizar um espetáculo, Müller no Hotel Hessischer Hof é um momento desafiante mas recompensador na carreira dos Mão Morta. Gravado ao vivo em janeiro de 1997 em Lisboa, Müller no Hotel Hessischer Hof consistiu numa encenação musical…
Mão Morta – Vénus em chamas (1994)
No primeiro disco para uma multinacional, os Mão Morta mudam, mas não como muitos esperariam. Os Mão Morta sempre desafiaram as normas e as expectativas, flirtando com o sucesso para depois o sabotar e vice-versa. Depois do sucesso de Mutantes…
Mão Morta – Mutantes s.21 (1992)
O sucesso que atirou os Mão Morta do pequeno circuito alternativo para o mainstream. Os anos de 1991 e 1992 foram paradoxais para os Mão Morta. Por um lado, como se podia constatar do disco O.D. Rainha do rock n…
Mão Morta – O.D., Rainha do Rock and Crawl (1990)
O ano era de 1990, Nevermind ainda não tinha saído, e os Mão Morta fazem um álbum de rock frenético, inquietantemente negro, dado a mosh e biqueiradas desesperançadas. No pico da epidemia da heroína, O.D., Rainha do Rock and Crawl…
Mão Morta – Corações Felpudos (1990)
Onde o disco de estreia era zangado mas vital, pois há sempre uma esperança escondida na cegueira da raiva, Corações Felpudos é todo ele morte e rendição (o mundo está estragado, não há nada a fazer, e o amor dói como um espinho no peito).
Mão Morta – Mão Morta (1988)
Não há qualquer conceito de partida, e, porém, um lastro pegajoso atravessa o disco, tanto nas palavras como na composição: a cidade-doença espalhando-se maligna.
Mão Morta – Viva la Muerte (2025)
Um disco profundo e urgente, que desmascara o fascismo com poesia, música e mestria.
Mão Morta || Culturgest: O espectro do fascismo e a exorcização pela música
Mão Morta e Pedro Sousa || Culturgest: a estranha beleza do caos
Na passada quinta-feira, na Culturgest, os Mão Morta e Pedro Sousa deram-nos uma pancadaria de música extrema vanguardista. Sobrevivemos. O que não mata, fortalece.
Sereias – Sereias (2022)
No último disco dos Sereias há um estilo que se aguenta homogéneo, mas há uma evolução.
Sereias – O País a Arder (2019)
Música sem regras, distorcida, disruptiva, livre, punk, barulhenta e uma voz desvairada, enlouquecida, endemoninhada, declamando poemas estranhos, duros, controversos, polémicos, politicamente incorrectos, não aconselhável a almas sensíveis.
Vodafone Paredes de Coura 2022 – Dia 1: A música portuguesa a gostar dela própria
Depois de dois anos de ausência, os festivaleiros voltaram a Coura e às margens do Rio Tabuão, para um dia dedicado exclusivamente à música portuguesa, onde, entre velhas glórias, novas promessas e alguma chuva, o dia foi um sucesso.