Mão Morta || Cartaxo Sessions: Não esperei para ser servil e morrer

Na primeira edição de 2026, os organizadores das Cartaxo Sessions cumpriram o sonho de acolher os Mão Morta no auditório do Centro Cultural para uma sessão extra do pungente e profundo Viva la Muerte.

Os melhores discos nacionais de 2025

Na listagem que se segue, comprovamos que a música de guitarras continua a mexer com muita gente. Nesta lista, que reúne os votos dos membros da redacção Altamont, destacamos ainda cantautores, fadistas a dar novas cores à canção nacional, electro-shock sofisticado, canção de intervenção e uma colaboração inesperada. Segue, abaixo, aquilo que queremos recordar de 2025!

Mão Morta – Pesadelo em Peluche (2010)

Podia ter sido escrito pós-2020, no rescaldo Covid-19. Mas não: este pesadelo ocorreu em 2010. Eram outros tempos. Nem estávamos nos analógicos anos 80, com suados concertos no Orfeão da Foz do Porto ou Rock Rendez-Vous de Lisboa e mixtapes…

Mão Morta – Nus (2004)

Disco de uma canção só, Nus é Gumes e Gumes é Nus. Em 2004 os Mão Morta já tinham há muito deixado de ser a banda de Braga do underground que hipnotizava os stoners que iam aos seus concertos como…

Mão Morta – Há Já Muito Tempo que Nesta Latrina o Ar se Tornou Irrespirável (1998)

Há Já Muito Tempo que Nesta Latrina o Ar se Tornou Irrespirável é um disco de culto dos Mão Morta – não é globalmente tão celebrado como outros, mas é uma etapa conceptual que, mais de 25 anos depois, faz…

Mão Morta – Müller no Hotel Hessischer Hof (1997)

Disco desenhado para imortalizar um espetáculo, Müller no Hotel Hessischer Hof é um momento desafiante mas recompensador na carreira dos Mão Morta. Gravado ao vivo em janeiro de 1997 em Lisboa, Müller no Hotel Hessischer Hof consistiu numa encenação musical…

Mão Morta – Vénus em chamas (1994)

No primeiro disco para uma multinacional, os Mão Morta mudam, mas não como muitos esperariam. Os Mão Morta sempre desafiaram as normas e as expectativas, flirtando com o sucesso para depois o sabotar e vice-versa. Depois do sucesso de Mutantes…

Mão Morta – Mutantes s.21 (1992)

O sucesso que atirou os Mão Morta do pequeno circuito alternativo para o mainstream. Os anos de 1991 e 1992 foram paradoxais para os Mão Morta. Por um lado, como se podia constatar do disco O.D. Rainha do rock n…

Mão Morta – O.D., Rainha do Rock and Crawl (1990)

O ano era de 1990, Nevermind ainda não tinha saído, e os Mão Morta fazem um álbum de rock frenético, inquietantemente negro, dado a mosh e biqueiradas desesperançadas. No pico da epidemia da heroína, O.D., Rainha do Rock and Crawl…

Mão Morta – Corações Felpudos (1990)

Onde o disco de estreia era zangado mas vital, pois há sempre uma esperança escondida na cegueira da raiva, Corações Felpudos é todo ele morte e rendição (o mundo está estragado, não há nada a fazer, e o amor dói como um espinho no peito).

Mão Morta – Mão Morta (1988)

Não há qualquer conceito de partida, e, porém, um lastro pegajoso atravessa o disco, tanto nas palavras como na composição: a cidade-doença espalhando-se maligna.

Mão Morta – Viva la Muerte (2025)

Um disco profundo e urgente, que desmascara o fascismo com poesia, música e mestria.

Mão Morta || Culturgest: O espectro do fascismo e a exorcização pela música
Na Culturgest, os Mão Morta apresentaram Viva La Muerte! com a intensidade de um manifesto. Num espetáculo carregado de simbolismo, a banda transformou a arte num grito de resistência contra os fantasmas do autoritarismo. Banda de culto há décadas, os…
Os melhores discos nacionais de 2023

Estas são as nossas escolhas nacionais para 2023.

Mão Morta e Pedro Sousa || Culturgest: a estranha beleza do caos

Na passada quinta-feira, na Culturgest, os Mão Morta e Pedro Sousa deram-nos uma pancadaria de música extrema vanguardista. Sobrevivemos. O que não mata, fortalece.

Sereias – Sereias (2022)

No último disco dos Sereias há um estilo que se aguenta homogéneo, mas há uma evolução.

Sereias – O País a Arder (2019)

Música sem regras, distorcida, disruptiva, livre, punk, barulhenta e uma voz desvairada, enlouquecida, endemoninhada, declamando poemas estranhos, duros, controversos, polémicos, politicamente incorrectos, não aconselhável a almas sensíveis.

Vodafone Paredes de Coura 2022 – Dia 1: A música portuguesa a gostar dela própria

Depois de dois anos de ausência, os festivaleiros voltaram a Coura e às margens do Rio Tabuão, para um dia dedicado exclusivamente à música portuguesa, onde, entre velhas glórias, novas promessas e alguma chuva, o dia foi um sucesso.