Gilberto Gil – Expresso 2222 (1972)

Há que comemorar o álbum Expresso 2222 . Ele faz 50 anos e o seu autor, Gilberto Gil, conta já com mais trinta. Dois números de peso que cimentam um disco, uma carreira e um músico de exceção. Andamos sempre atentos a…

Tim Bernardes – Mil Coisas Invisíveis (2022)

Ao fim de cinco anos, Tim Bernardes decidiu recomeçar mais uma vez. O recente Mil Coisas Invisíveis traz-nos de volta uma das melhores vozes da atual música popular brasileira. Já serão poucos aqueles que ainda vão tendo reticências em relação a Tim…

Bala Desejo – Sim Sim Sim (2022)

Bala Desejo é coisa boa, música que faz pensar na MPB dos anos 70, junção milagrosa de Caetano, Rita Lee, Ben e Novos Baianos nos sons e nas vozes de Julia, Dora, Zé e Lucas. Um pequeno milagre musical! Julia,…

Moreno Veloso – Every Single Night (2022)

Every Single Night é um acontecimento que muito deve à clausura da pandemia em que ainda vivemos. O disco compõe-se de versões muito especiais de variados temas onde apenas encontramos voz, as cordas de um violão e uma pitada enorme de bom gosto.

Caetano Veloso – Transa (1972)

A data é comemorativa, mas servirá sobretudo como lembrete: ouvir Transa é urgente, mesmo passados 50 anos do seu aparecimento público, ou até talvez por isso. O antes e o agora revelam que o disco, afinal, não tem a idade…

Caetano Veloso – Meu Coco (2021)

Será possível que o mundo inteiro possa caber dentro da rodela de um disco? Sim, pode. Sobretudo quando esse mundo tão particular existe no coco de um grande criador. Meu Coco, meu mundo. Eis o antes, o agora e o depois no…

Caetano Veloso & Ivan Sacerdote – Caetano Veloso & Ivan Sacerdote (2020)

Ouvir Caetano Veloso & Ivan Sacerdote divide-nos entre a “dor e o prazer”. E assim vivemos enganados durante pouco menos de 40 minutos. É muito pouco, e tanto ao  mesmo tempo!

Caetano Veloso, Gal Costa e Gilberto Gil – Temporada de Verão (1974)

Voltar a Temporada de Verão foi um inesperado e abençoado acontecimento!

“Divino Maravilhoso” – Gal Costa

Naquele tempo de polarização política, a música era a única forma de expressão.

Caetano Moreno Zeca Tom Veloso – Ofertório (Ao Vivo) (2018)

Uma voz que nos toca, que nos penetra, uma voz que faz parte de nós.

Vários Artistas – Tropicália ou Panis et Circenses (1968)

Em vez de armas de fogo e repressão, a palavra cantada e a estética acolhedora e fulgurante do amor e da paz.

Belchior – Alucinação (1976)

Ouçam-no, ouçam os seus discos, e resgatem-no do limbo do esquecimento a que está votado há demasiado tempo.

Caetano Veloso – Cores, Nomes (1982)

Tinha 16 anos quando comprei Cores, Nomes. O disco havia saído no Brasil no ano anterior, e com ele Caetano Veloso conseguia o segundo disco de ouro da sua já considerável carreira. Para mim, e até hoje, Cores, Nomes representa…