Roxy Music – For Your Pleasure (1973)

Em 1973, os Roxy Music estavam à frente de Bowie em termos de inovação e experimentalismo. O elegante For Your Pleasure não deixa dúvidas a esse respeito.

Hiroshi Yoshimura – Music For Nine Postcards (1982)

Em Music For Nine Postcards, Yoshimura convida-nos a entrar num mundo pintado de luz, de branco, de reflexão, e feito de nostalgia, de paz e de compreensão.

James – Laid (1993)

Em 1993, num cenário pós-Smiths e pré-explosão da Britpop, os James, com a ajuda de Brian Eno, tornavam-se numa das mais importantes bandas britânicas.

Metronomy – Metronomy Forever (2019)

Tudo o que encontramos aqui são melodias bonitas, electrónica vintage com groove e a elegância que advém da total despretensão.

“The Big Ship” – Brian Eno

Em 1975, Brian Eno transportou, dentro do seu Another Green World, toda a humanidade para o futuro.

Uma Mão Cheia de Discos em Órbita da Lua

Uma Mão Cheia de Discos em Órbita da Lua é a nossa homenagem a esse enorme feito humano e aos 50 anos desse acontecimento. Siga-nos e embarque na viagem que vos propomos. It’s a one way ticket to ride!

“Chemistry” – Brian Eno / John Hassell

Brian Eno encontrou em Jon Hassell, um aliado perfeito para criar este “Chemistry”, retirado do fantasmagórico “Fourth World, Vol.1: Possible Musics”.

Jacco Gardner – Somnium (2018)

Ao terceiro disco, Jacco Gardner esquece as palavras e dá-nos uma viagem pelo seu mundo em modo ambiente. O percurso é satisfatório mas sabe a pouco.

Oneohtrix Point Never – Age Of (2018)

Com uma carreira construída a emular a paisagem sonora do apocalipse, Daniel Lopatin, mais solto e despreocupado, volta aos discos com Age Of.

Sunflower Bean: antes dos vinte-e-dois, em castanho

Os Sunflower Bean falaram do incrível “Human Ceremony”, do tempo, de ser fãs dos clássicos, do ano de 2013, de que música devemos dar a crianças, de quantos concertos tocaram e de ser a banda mais fixe que há.

Playlist da semana – Brian Eno e o mundo à sua volta

Quem não é Brian Eno? Sim, a formulação está correta. Pensem num género musical, recordem alguns dos maiores ícones da música moderna, e quase de certeza que Eno esteve nesses meios. Produtor de exceção, músico de culto, o Altamont evoca…

The Gift || Coliseu dos Recreios

Os The Gift foram ao Coliseu dos Recreios comemorar o seu mais recente Altar, mas também vinte e três anos de carreira.

Roxy Music – Roxy Music (1972)

Ouvir Roxy Music, o álbum de 1972, continua a valer muito a pena. É o que se espera de um clássico. Nem mais, nem menos.

“I’ll Come Running” – Brian Eno

A mestria de Eno, aquela que cerebralmente intelectualiza a pop, desagua por paradoxo nesta irreverência orgânica, de uma pop que verdadeiramente acessibiliza uma música livre por fundamento.

Carga Aérea – Ocorrência em Aberto (2017)

Carga Aérea chega e impõe-se. Instala-se aos poucos, acomoda-se e já não parte para qualquer outro lugar.  A implosão que provoca no ouvinte é irreversível. Ocorrência em Aberto é uma monólito sonoro de média dimensão. Dura trinta e dois minutos e…

Ryuichi Sakamoto – async (2017)

Depois de muitos anos de silêncio, o yellow magic man está de regresso. Vem com mais de duas mãos cheias de belíssimos temas. Vem renovado e com vigor, mas também repleto de uma mágica melancolia que me enche o peito de contentamento.

The Gift – Altar (2017)

Altar é o disco mais arrojado dos The Gift desde Film, de 2001. Brian Eno ajuda, mas o fundamental está nos alcobacenses: um renovado sentido de experimentação aliado ao desenho de superlativas canções.

Brian Eno – Reflection (2017)

Brian Eno volta às brincadeiras sérias ao redor dos silêncios. Reflection abriu 2017 propondo-nos um caminho de paz e reconciliação.