Vitorino || Teatro Variedades: Clássico e irreverente
Os melhores discos nacionais de 2024
A música nacional está bem e recomenda-se. Siga caminho para conhecer os discos portugueses que mais nos apaixonaram neste ano de 2024.
Júlio Pereira – Fernandinho vai ó vinho (1976)
A estreia a solo de Júlio Pereira é uma “opereta-rock” cheia de grandes convidados e de um humor e uma ternura irresistíveis. Quando pensamos em Júlio Pereira vem-nos imediatamente à cabeça a imagem do músico de cabelo longo com o…
Vitorino – Semear Salsa ao Reguinho (1975)
Em pleno PREC, Vitorino estreia-se em disco com uma carta de amor ao seu Alentejo.
Fausto – P’ró Que Der E Vier (1974)
P’ró Que Der e Vier é um disco de fim de linha, uma explosão pouco contida de frustrações, ora lírico e metafórico, ora intransigente e pouco subtil na sua subversão e apelo às armas
Jorge Palma – Jorge Palma (2001)
Passaram muitos anos até Jorge Palma dar corpo a um novo álbum. O primeiro longa duração de temas inéditos do presente século revelou um músico em muito boa forma e trouxe mais alguns clássicos para o futuro
José Afonso – Ao Vivo no Coliseu (1983)
A despedida de Zeca, já debilitado pela doença, dos palcos, numa noite de lágrimas e vozes ao alto.
José Afonso – Coro dos Tribunais (1975)
O primeiro disco de Zeca após o 25 de Abril é um dos seus melhores, mesmo que tenha resistido à tentação de, a quente, servir de crónica aos dias da Revolução.