“Let It Happen” – Tame Impala (Soulwax remix)

De personalidade vincada e carisma club, “Let It Happen” assenta que nem uma luva nas mãos dos Soulwax, eles que estão completamente à vontade nestas andanças mais dance floor.

Bananagun – The True Story of Bananagun (2020)

Continuando a recente boa tradição australiana, os Bananagun dão-nos um excelente disco, regado a tropicalismo, psicadelismo e tribalismo.

Unknown Mortal Orchestra – Unknown Mortal Orchestra (2011)

Associados à nova vaga psicadélica, os UMO sempre foram, porém, um bicho diferente: mais originais, com pouca pachorra para os lugares comuns do acid rock.

Tame Impala – The Slow Rush (2020)

O ímpeto rockeiro da adolescência já passou. Os Tame Impala estão a cada disco mais maduros e moderados.

Donny Benét e a procura do amor nos sítios errados

Numa conversa de duas partes numa só, Donny falou connosco acerca dos sítios onde se pode encontrar o amor.

The Divine Comedy – Office Politics (2019)

“Office Politics” retrata, com humor, a vida num qualquer escritório. Tem amor, tecnologia, humor e o habitual refinado bom gosto pop de Neil Hannon. Os Divine Comedy estão de volta.

Parcels – Parcels (2018)

No seu disco de estreia os Parcels revelam-nos a sua aptidão para escrever músicas destinadas a ficar presas nos nossos ouvidos para sempre e uma afinidade particular para emular o espírito do passado.

Travis Scott – ASTROWORLD (2018)

A promessa estava feita desde 2016. Contudo, só dois anos depois é que ASTROWORLD viu a luz do dia. E bastaram quatro dias de anúncio prévio para que este foguetão construído por Travis Scott se tornasse o centro de atenção do mundo.

Unknown Mortal Orchestra – Sex & Food (2018)

Os Unknown Mortal Orchestra não deixam de fascinar, mas perdem alguma da definição que lhes vinha trazendo progressivamente novos fãs.

Sunflower Bean: antes dos vinte-e-dois, em castanho

Os Sunflower Bean falaram do incrível “Human Ceremony”, do tempo, de ser fãs dos clássicos, do ano de 2013, de que música devemos dar a crianças, de quantos concertos tocaram e de ser a banda mais fixe que há.

Boogarins: a entrevista “chapada”

Dinho, Ynaiã, Benke e Rapha falaram sobre peixe-boi, Red Hot Chili Peppers, tocar perto de um rio, tocar perto do Rio, animais espirituais, o que fazer depois da morte – naquela que muitos já chamam a entrevista mais “chapada” da banda até agora.

Tame Impala lançam caixa especial e recuperam Currents dois anos depois

Vinis, lados-b, remisturas, fotos: vem aí edição especial para devotos de Kevin Parker e amigos.

Boogarins – Lá Vem a Morte (2017)

Em Lá Vem a Morte, os Boogarins abandonam a doçura e a inocência de outros tempos e dão-nos um disco mais difícil, mais claustrofóbico e com menos brilho do que os tiros certeiros anteriores.

Madrepaz – Panoramix (2017)

Os Madrepaz entraram em retiro, fizeram a sua cura, e da poção do seu shamanic pop trazem Panoramix, que figurará certamente como um dos melhores discos nacionais de 2017.

Cameron Avery, dos Tame Impala, tem novo álbum a solo e partilha mais um tema

É mais um membro dos Tame Impala a lançar-se a solo. O baixista Cameron Avery, que também passou pelos Pond, revelou que vai editar o seu álbum de estreia Ripe Dreams, Pipe Dreams. O novo trabalho chega-nos no próximo dia 10…

“Let It Happen” – Tame Impala

Esta semana vamos navegar em músicas que associo à psicologia positiva. É sabido que a música induz estados de espírito e está comprovado que algumas músicas clássicas estimulam a aprendizagem. Vamos navegar nos ritmos mas também nas letras de algumas…

Marvel Lima – Marvel Lima (2016)

MAR-VEL-LI-MA. Decorem já o nome esquisito que estes putos de Beja são maravilhosos. A sua essência é o rock psicadélico vintage, mas, em vez de serem mais um clone dos Tame Impala, têm uma identidade muito própria, temperando a viagem psicotrópica com funk e sabores latinos.

King Gizzard & The Lizard Wizard – Nonagon Infinity (2016)

Os prolíficos King Gizzard estão de volta e com eles trazem mais uma pedrada de rock psicadélico, com uma toada mais negra do que os anteriores. Tudo isto num disco construído para ser um loop infinito.