Velvet Underground: Como uma banda de renegados de Nova Iorque se fez maior que a vida

Os Velvet Underground foram uma das bandas mais influentes da história do rock. Podem fazer fact check à vontade disto, que não haverá volta a dar, é confirmado por críticos, músicos, influencers de moda, jogadores de rugby e cabeleireiras. O…

Lou Reed – Coney Island Baby (1976)

Um disco bonito e luminoso, como resposta à fúria do anterior Metal Machine Music.

Lou Reed – Metal Machine Music (1975)

Ora aqui está uma das grandes incógnitas musicais. Estaria Lou Reed a gozar com a nossa cara ou estava a querer romper estilos, e ouvidos, com o seu Metal Machine Music? Um disco que, só pela sua história, vale a…

Lou Reed – Lou Reed (1972)

Normalmente tratado como nota de rodapé, o disco de estreia de Lou Reed é uma excelente passagem entre o passado dos Velvet Underground e a carreira futura de Reed. 

Playlist da Semana: Especial Velvet Underground

Andamos por aqui com os Velvet Underground às voltas na cabeça, nos pés a acompanhar o ritmo, nos tímpanos, na boca a cantarolar, juntem-se a nós carregando no play. O universo da banda é delicioso e fala por si.

Lou Reed – Rock n’ Roll Animal (1974)

Lou Reed e a sua vida de constante montanha-russa passam do abismo ao céu num ápice. Mas havia novos loopings no horizonte. O momento era difícil – Lou Reed estava deprimido pelo seu Berlin ter sido incompreendido e mal-tratado pela…

Rádio Clube Altamont #26 – Cara de Espelho | Arcade Fire | Perfect Days

Começamos a viagem deste mês em Lisboa, onde se juntaram os Cara de Espelho para nos atiçar contra as forças do mal. Atravessamos o Atlântico e pousamos em Montreal, onde os Arcade Fire criaram a sua obra prima “Funeral”, que…

Palma’s Gang – Ao Vivo no Johnny Guitar (1993)

Palma’s Gang ao Vivo no Johnny Guitar é o irmão mau de Só: também um best of disfarçado mas com muitos decibéis rock’n’roll.

Soft Cell – Non-Stop Erotic Cabaret (1981)

Recuar até ao início dos anos 80 pode ser frutuoso. Recordar Non-Stop Erotic Cabaret, passados mais de 40 anos do seu lançamento, poderá ser surpreendente. Basta deixar-se cair nessa tentação.

John Cale – Mercy (2023)

Com oitenta anos de vida, John Cale regressa aos discos com o novíssimo Mercy. A lenda volta a sair da sombra para trilhar caminhos densos, sinuosos e fascinantes.

Aldous Harding – Warm Chris (2022)

O quarto disco de Aldous Harding, Warm Chris, é uma obra-prima do folk esquisito. A nossa neozelandeza favorita não tem uma voz bonita: tem mil vozes bonitas, mil personagens.

Bill Callahan & Bonnie Prince Billy – Blind Date Party (2021)

Blind Date Party é um disco longo, cheio de boas surpresas e de grandes momentos, que passa num instante e que apetece ouvir muitas vezes.

The Velvet Underground – The Velvet Underground (1969)

Um novo início, após um reset à máquina velvetiana, resultou num disco sólido e delicioso – eis The Velvet Underground.

The Velvet Underground – White Light/White Heat (1968)

Ainda as flower girls de Manson não haviam cortado Sharon Tate em pedacinhos, já os Velvet suspeitavam que havia algo de profundamente pueril na utopia hippie. White Light/White Heat nem chega a ser desencantado porque nunca teve ilusões.

Pulp – This Is Hardcore (1998)

Sexo, drogas e vazio espiritual…

Lou Reed – Transformer (1972)

O álbum charneira da carreira a solo de Reed fica para a história do rock como uma peça vital. Neste momento, em que escrevemos estas palavras, no ano da santa graça de dois mil e vinte, a imagem que reside…

Ezra Furman – Twelve Nudes (2019)

Voz cheia de distorção, gritos, reacção e crueza. Ezra Furman regressou com Twelve Nudes e talvez não seja nada do que estão à espera.

Stereo Total – Ah! Quel Cinéma! (2019)

Se a intenção for entrar na onda da diversão proposta, nada é melhor do que os Stereo Total. Eles estão de regresso com Ah! Quel Cinéma! e ainda bem. Já tínhamos saudades dos poliglotismos linguísticos e rítmicos de Françoise Cactus e Brezel Göring.