Suede – Antidepressants (2025)

Um disco urgente, negro e nocturno, com os ecos do pós-punk a interrogarem-nos sobre os curtos-circuitos das relações humanas no século XXI.

Oasis || Cardiff Principality Stadium: uma reunião para acabar com todas as outras

Quando Liam e Noel Gallagher baixaram as armas e decidiram voltar a estar do mesmo lado, o resultado é uma explosão de euforia colectiva, contida durante 16 anos. Os Oasis estão de volta!

Pulp – More (2025)

Foi preciso quase um quarto de século para que Jarvis Cocker voltasse com o núcleo duro de uma banda adorada. E More, resultado dessa longa espera, é para ouvir e ouvir e ouvir… e continuar a ouvir. Uma inesquecível pérola musical.

Kula Shaker – Natural Magick (2024)

Passados 30 anos após a explosão da Britpop, onda em que os Kula Shaker também surfaram, a banda de Crispian mills surge revigorada, divertida e com a noção exacta do seu lugar no panorama musical actual. Um grupo que já provou o seu valor, que nos deu uma boa quantidade de hits e que continua o seu caminho, sem estar preocupada com modinhas ou revivalismos bacocos e cliché.

Rádio Clube Altamont #27 – SPRINTS | Censurados | Trainspotting

Na tertúlia rádioclubealtamontiana deste mês temos para vos apresentar os SPRINTS e o seu rock voraz e relembrar duas pérolas dos anos 90 – o disco homónimo dos Censurados e a trilogia perfeita livro/filme/banda sonora de Trainspotting. Acompanhem-nos em Futura…

Playlist da Semana: No reino da Britpop

A propósito do lançamento do novo álbum de Blur a redacção Altamont escolheu algumas pérolas escondidas do maravilhoso mundo da Britpop.

Cornershop – When I Was Born For The 7th Time (1997)

Com vinte e cinco anos ainda por fazer em 2022, When I Was Born For The 7th Time mantém intactos todos os seus vastos motivos de interesse.

2001: o indie-rock, de Nova Iorque para o mundo

O indie trouxe uma abertura do rock, longe da depressão sisuda do grunge e do purismo clássico. Um estilo capaz de integrar música de dança, tecnologia e electrónica, juntando elementos tão contraditórios como o espírito do punk e o brilho da pop.

Pulp – This Is Hardcore (1998)

Sexo, drogas e vazio espiritual…

The Good, The Bad And The Queen – The Good, The Bad And The Queen (2007)

Bom dia, tristeza. Se é para seres amargura e desilusão, que sejas assim também, linda de morrer.

The Cure – Wild Mood Swings (1996)

Depois de três discos que os levaram ao topo do mundo, os Cure começam a perder o gás em Wild Mood Swings, que apesar desse facto mantém alguns pontos de interesse

Noel Gallagher’s High Flying Birds – Who Built The Moon? (2017)

Nove anos após a separação dos Oasis e três discos a solo depois, Noel Gallagher continua em negação. A luta para se afastar do som da sua antiga banda revela-se infrutífera. Um mediador de conflitos familiares precisa-se.

Sundara Karma – Youth is Only Ever Fun in Retrospect (2017)

O disco de estreia destes britânicos cumpre a elevada expectativa e deixa-nos sedentos de ver o que estes miúdos têm ainda para nos dar.

Hooton Tennis Club – Big Box of Chocolates (2016)

Inglaterra, pátria dos Smiths, dos Blur, dos Stone Roses, dos Pulp e de tantas outras coisas boas. A quantidade de boas e marcantes bandas vindas da grande ilha é impressionante, e de todos os estilos. No entanto, nada marcou tanto…

Travis – Everything At once (2016)

A força desta banda está nas suas melodias, nas suas baladas ligeiramente aceleradas, no carácter ao mesmo tempo intimista e celebratório dos seus temas. De tudo isto há com equilíbrio neste novo disco.

Suede – Night Thoughts (2016)

Quando os Suede se separaram, em 2003, ninguém pareceu importar-se. A tusa tsunâmica da britpop havia passado, os discos iam ficando menos frescos, menos jovens, como nós, e tal como nós o dia a dia parecia mais preenchido com o…

Hooton Tennis Club: Highest Point In Cliff Town (2015)

Inglaterra é pródiga, como sabemos há muito, no nascimento e alimentação de curtos mas intensos fogachos de bandas apontadas como a “next big thing”. Aconteceu com certezas que se vieram a confirmar como os Blur ou os Suede, e aconteceu…

The Stone Roses – Second Coming (1994)

A discussão é tão velha como a história da música. Deve esta ser apreciada simplesmente pelo que é, pelo resultado final, pelo que nos faz sentir, ou deve ser analisada, dissecada, incorporada na própria história do autor no momento em…