São seis da manha de um domingo qualquer em 1966.
“Os meus ombros chumbaram a geografia” – Filho da Mãe
Filho da Mãe foi um dos discos nacionais de 2018, pelo que importa relembrar.
“After the Morning” – Pharoah Sanders
“After the Morning” é daquelas canções que se levam para a vida.
“Little Demon” – Screamin’ Jay Hawkins
Às vezes uma música encaixa numa vivência do dia a dia, e isso é suficiente para nos marcar.
“Things As They Are” – Six Organs of Admittance
Os anjos que nos são necessários manifestam-se das mais diferentes formas.
“Everybody Loves the Sunshine” – Roy Ayers Ubiquity
Depois da festa da noite de fim de ano, lentamente, o mundo vai abrindo os olhos.
“Looking for Revenge” – Colin Caulfield
No último dia de 2018, recordo aquele que foi um dos melhores singles pop que ouvi este…
“Only Ones Who Know” – Alex Turner & Richard Hawley
Uma das melhores canções de um dos melhores discos dos Arctic Monkeys, Favourite Worst Nightmare, pelo swing da banda de Richard Hawley.
“Baby it’s cold outside” – Frank Loesser
Um hino de Natal sobre um homem tentar convencer uma mulher a passar a noite lá em casa, durante o Inverno de 1944.
“Fuck Christmas, I’ve Got The Blues” – The Legendary Tigerman
Sozinho ou acompanhado, onde quer que o caro leitor esteja, que seja genuinamente feliz hoje.
“Sendo Assim” – Sam The Kid
Em “Sendo Assim”, dispensa ajuda e assina a melhor melhor música do disco.
“The Heathen” – Bob Marley
Em época de coletes amarelos, o momento é bom para lembrar uma das histórias mais famosas dos embrulhos entre música e política.
“Rappers Delight” – The Sugarhill Gang
Em 1979, “Rappers Delight” nem foi a primeira música em que o mundo ouviu rap, mas foi a primeira a que prestou atenção.