Paul McCartney procura a sua identidade a solo como músico.
André Henriques – Cajarana (2020)
Numa altura em que vários membros de Linda Martini lançam trabalhos a solo, o álbum de André Henriques é um olhar intimista e despido nas orquestrações, em que a letra carrega toda a música. André Henriques disse uma vez em…
Maria Reis – Chove na Sala, Água nos Olhos (2019)
Como um penso rápido, é coisa que não demora a arrancar mas deixa uma sensação de desconforto.
Filipe Sambado – Revezo (2020)
É um sólido terceiro disco de um dos melhores músicos no panorama nacional.
IAMX – Alive In New Light (2018)
Cheio de detalhe e subtileza, mas também de teatralidade e emoção, este é um óptimo disco para começar a ouvir IAMX.
Esteves – Esteves (2019)
Tendo como fio condutor a guitarra acústica e a voz de Tiago Esteves, eis Esteves.
Boy Harsher – Careful (2019)
Boy Harsher são uma banda norte-americana algures entre o eletropop e o darkwave minimal. Chegam em 2019 com Careful em perfeito equilíbrio da synth pop.
Mulherhomem – Blasférmico (2019)
Mulherhomem regressou em 2019 com Blasférmico, terceiro e último trabalho do trio. Um disco que cresce com cada audição.
Time For T – Galavanting (2019)
Galavanting apura ainda mais a forma dos Time For T, que se superam em canções positivas. É pena que o disco seja curto.
FKA Twigs – Magdalene (2019)
É um álbum sobre reconstrução de identidade, de voltar a ser um, sem outra metade.
David Bruno – Miramar Confidencial (2019)
Um mundo que David Bruno sabe muito bem trabalhar, entre o parolo da meia branca e o irónico que a exibe, sem se perder nas referências e nas piadas, sempre com bom gosto como pano de fundo a contar a história.
Mattiel – Satis Factory (2019)
Não é de estranhar que Jack White tenha apadrinhado o primeiro trabalho de Mattiel.
Lower Dens – The Competition (2019)
Está aberta a competição aos melhores discos do ano e o dreampop dos Lower Dens é candidato, cinco anos depois de Escape From Evil, desta vez de braço dado com sintetizadores dançáveis.
Ezra Furman – Twelve Nudes (2019)
Voz cheia de distorção, gritos, reacção e crueza. Ezra Furman regressou com Twelve Nudes e talvez não seja nada do que estão à espera.
Jakuzi – Fantezi Müsik (2017)
Antes de mais, o synthpop turco é real. Fugiu para o mundo da luz em 2017 com Fantezi Müsik e está aqui.
Clarice Falcão – Tem Conserto (2019)
Longe de querer agradar a todos os fãs que ouviam pela sonoridade dos trabalhos anteriores, Clarice Falcão procurou criar um trabalho que reflectisse a sua visão do mundo.
Niki Moss – Gooey (2019)
Gooey é o primeiro álbum de Miguel Vilhena a solo, sob o nome Niki Moss. Não sendo um nome que à partida desperte muita simpatia, já que remete imediatamente para coisas verdes que se agarram a árvores e pedras, parece ser uma homenagem a dois pilotos de F1, o que vale logo um ponto nesta corrida por discos do ano.