Num concerto que soube a despedida, os Swans presentearam-nos com três horas de sadismo e espiritualidade. Quase que vomitámos com o volume tão alto mas enchemos a nossa alma de transbordante infinito.
Beck – Mutations (1998)
Depois do estado maníaco de Odelay, vem a depressão de Mutations: um disco íntimo e contemplativo onde as raízes da música popular americana sabem a longínquo futuro.
The Clash – London Calling (1979)
O punk, já não como regulamento, mas sim como puro espírito.
Festival Nova Música 2017
Linda Martini, Luís Severo e Golden Slumbers foram os protagonistas desta bonita celebração da música portuguesa.
The Smiths – Strangeways, Here We Come (1987)
Uma maravilhosa blasfémia contra os próprios dogmas dos Smiths.
Joy Division – Closer (1980)
Closer é o disco mais belo e trágico da história da pop, e quem disser o contrário tem o coração avariado.
Leonard Cohen – I’m Your Man (1987)
O mestre da melancolia reinventa-se com uma deliciosa comédia negra.
Asimov – Truth (2016)
Truth é gasolina e sombra, vinho de pacote e dor, cabedal negro e solidão. Perca-se nele.
King Gizzard & Lizard Wizard – Murder of the Universe (2017)
Bonita homenagem dos Gizzard ao prog rock, tão barroca como frenética e divertida. Porta-aviões novamente ao fundo.
The Summer of Love: do florido éden ao paraíso perdido
Estima-se que cerca de 100 mil hippies tenham rumado a Haight-Ashbury no Verão de 1967. O nascimento e ocaso do sonho de uma geração.
“For What It’s Worth” – Buffalo Springfield
Canção do dia: For What It’s Worth – Buffalo Springfield
“San Francisco (Be Sure to Wear Some Flowers in Your Hair)” – Scott McKenzie
Canção do dia: “San Francisco (Be Sure to Wear Some Flowers in Your Hair)” – Scott McKenzie