No palco esfumaçado da Zé dos Bois, a noite construiu-se em dois momentos distintos, ainda que ligados pela mesma intensidade física do som. Coube aos Parque Império abrir o caminho, num concerto curto, preparando o terreno para a viagem mais extensa proposta pelos Rún.
Cara de Espelho || Culturgest: quando a música manda na sala
Lisboa assistiu à estreia do segundo disco dos Cara de Espelho: punhos no ar e música intensa, numa sala inteira incapaz de desviar os olhos do palco. Na Culturgest, a solenidade habitual deu lugar a uma noite de festa.
Summer Of Hate || Maus Hábitos: Ritual Sónico
Subimos ao quarto andar mais famoso da Invicta pela primeira vez este ano para assistir a uma celebração de comunhão sónica entre os Summer Of Hate e o público que praticamente encheu a sala dos Maus Hábitos.
Terno Rei || LAV: aqui tão perto do Cristo Rei
Com uma menção ao santuário que não fará ponte com o resto deste texto, venham descobrir porque é que os Terno Rei foram reis e senhores no dia 28 de fevereiro, em Lisboa.
Éme e Colegas de Trabalho + Orca e Sallim + Felizes Para Sempre || Galeria Zé dos Bois: Canções pop num concerto rock
Éme e os seus colegas de trabalho tiveram casa cheia na ZDB para a apresentação do novo disco, numa noite suada de canções pop sensíveis.
Wavves + Veenho || Casa Capitão
Na Casa Capitão, a noite de 1 de março foi de surfer punk pop, ou o divertido slacker bubblegum; servido sem grandes cerimónias: distorção no ponto e aquela sensação aconchegante de concerto meio familiar, meio caótico, que acontece quando a maioria do público conhece as músicas todas.
Ano Comum || Cat Soup – Cave Story – Baleia Baleia Baleia – 800 Gondomar || Casa Capitão
A Casa Capitão recebeu os Cat Soup, Cave Story, Baleia Baleia Baleia e os 800 Gondomar para uma noite de celebração do “comum”.
Luca Argel || Teatro Maria Matos: A simplicidade da elegância
O Homem Triste foi o pretexto, mas Luca Argel e Moreno Veloso, o seu convidado muito especial, iluminaram a noite com uma banda em estado de graça. Primeiro, enfrentar os estereótipos da construção de uma certa masculinidade. No fim, tudo a dançar ao som do irresistível samba de “Um Passo à Frente”.
Mizzy Miles II Sagres Campo Pequeno: Do “Fim do Nada” ao topo
MaZela || Casa Capitão: sonhemos em toda a parte!
MaZela espalhou magia, beleza e encanto pelo sótão da Casa Capitão. O Altamont esteve lá para ver, ouvir e sonhar!
Soul of Anubis + Vengeful Fate || Vortex: Rituais de Magnetismo
Earl Sweatshirt || LAV: densidade, contenção e culto geracional
Earl Sweatshirt agraciou-nos com a sua presença pela terceira vez em Portugal para a chamada “3LWorldTour” depois de passar em 2022 no Primavera Sound Porto e em 2024 no LAV.
As Cantigas das Palavras || Casa Capitão: celebremos Ary dos Santos
Numa noite em que se juntaram no mesmo palco guitarras eléctricas e violas da terra, pianos e pandeiretas, a voz cantada e a palavra dita, José Carlos Ary dos Santos foi lembrado e evocado e os seus poemas tratados com ternura
Marlon Ruivo + Escárnio || Bota: Um brinde à irreverência, três vivas à luta!
Marlon Ruivo e Escárnio lançaram os respectivos EP de estreia no ano passado. As concomitâncias entre estes dois quartetos alfacinhas continuam na sua composição – um(a) líder forte e carismátic@ à frente de duas pujantes tríades rock’n’roll (guitarra, bateria e baixo) – e prosseguem na atitude e lírica contestatária até se encontrarem num bar para um copo de tinto e um shot de CRF!
Miles Kane || Lisboa Ao Vivo: Rock and Roll à maneira dele
Para o Dia dos Namorados em Lisboa, Miles Kane trouxe rosas e as canções do seu novo álbum Sunlight In The Shadows embora tenham sido os velhos clássicos que nos fizeram ficar.
Rui Reininho + Samuel Úria || Teatro Maria Matos: O Caos Certo de Reininho e Úria
Sayón + Stavold || Vortex: Verde duro!
O cor de rosa ficou no shopping! O vortex pinta-se de todas as outras cores … principalmente as da luta e da juventude trazidas pelos catalães Sayón e pelos lisboetas Stavold.
Sérgio Godinho || Coliseu do Porto: “As canções de amor de Sérgio Godinho”
Integrado na 12.ª edição do Festival Montepio Às Vezes O Amor, “As Canções de Amor” apresentou-se desde o primeiro instante como algo diferente. A sala não fervilhava, escutava.