Tiago Freire
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O autor deste texto tem 39 anos mas um corpinho de 35. É jornalista há mais de 15 anos. É colaborador de vários blogs e parvoíces afins e já escreveu para a Blitz e para a FHM. Nasceu e cresceu em Carcavelos, fazendo aí o mestrado musical enquanto todos os seus amigos andavam de skate ou faziam surf. Hoje em dia, divide o seu tempo entre as notícias de Economia e a educação dos seus três filhos, enquanto o mundo não percebe que ele é o maior escritor vivo do planeta, coisa que terá inevitavelmente de acontecer. Na próxima encarnação desejaria ser uma mistura entre o Serge Gainsbourg e o Pablo Aimar.

LYR – An unnatural history (2024)

Uma carta de amor à natureza com a poesia bem no centro, num dos discos mais curiosos do ano Os LYR são um projecto completamente fora do comum. Juntam o consagrado poeta inglês Simon Armitage com o multi-instrumentista Patrick Pearson…

yungatita – Shoelace & a knot (2024)

Uma estreia que transporta o imaginário do rock alternativo dos 90’s para os dias de hoje, num disco feito de canções viciantes Os yungatita são um jovem quinteto de Los Angeles, todos de origem latina e liderados pela carismática vocalista…

Jessica Pratt – Here in the pitch (2024)

Um pouco mais de luz na beleza espectral de uma autora única. Jessica Pratt é um caso peculiar na cena musical actual. Chega ao seu quarto disco continuando a estar nas margens, a ser um segredo bem guardado e acarinhado…

Bill Ryder-Jones – lechyd Da (2024)

Um disco terrivelmente bonito, entre a tristeza e a esperança no dia de amanhã. Bill Ryder-Jones tinha 13 anos quando foi um dos fundadores dos ingleses The Coral. A vida corria-lhes bem, tinham sucesso comercial e sobretudo crítico, mas em…

A história do único encontro entre Amália e Zeca Afonso

Só em 1984, Amália Rodrigues e José Afonso se encontraram, pela primeira e única vez.

Vitorino – Semear Salsa ao Reguinho (1975)

Em pleno PREC, Vitorino estreia-se em disco com uma carta de amor ao seu Alentejo.

Vampire Weekend – Only God was above us (2024)

Um excelente disco maduro de uma banda eternamente adolescente.

Censurados – Censurados (1990)

O primeiro disco dos Censurados fica como o maior testemunho do punk português do início dos anos 90.

PZ- O fim do mundo em cuecas (2024)

Um disco de tom negro mas carregado de humor, com a marca indelével do seu autor. PZ é Paulo Zé Pimenta que, desde o Porto, há alguns anos nos presenteia com a sua fórmula sui generis: instrumentais de base electrónica…

Liam Gallagher & John Squire – Liam Gallagher & John Squire (2024)

A ideia partiu de Squire, que tinha alinhavado umas ideias de canções e que precisava de quem as cantasse. Liam, nos intervalos dos seus concertos e das súplicas públicas por uma reunião dos Oasis, respira melhor num ambiente de banda e disse logo que sim perante a hipótese de gravar com um dos seus ídolos.

J Mascis – What do we do now (2024)

Mais um bonito, se bem que previsível, capítulo na história do homem dos Dinosaur Jr.

“Algo Teu” – Pluto

“Algo Teu” é uma delícia de balada, feita de dor, arrependimento, cansaço e desilusão.

Alice in Chains – Jar of Flies (1994)

Um EP de base acústica que nasceu quase por acaso e se tornou um dos melhores discos do grunge.

50 anos de Rock n Roll: a incrível história dos AC/DC

Foi no último trimestre de 1973, cumprem-se agora 50 anos, que uns garotos de Sydney, Austrália, agarraram numas guitarras e começaram a ensaiar. Dessa primeira formação imberbe, já não resta ninguém na banda que o mundo veio a conhecer como AC/DC, um monólito de rock n roll que se recusa orgulhosamente a desaparecer. Esta é a sua história.

Melenas – Ahora (2023)

Krautpop viciante cantado em castelhano? São as Melenas, um grupo de quatro raparigas que fizeram um dos discos mais frescos do ano.

Joni Mitchell – Court and Spark (1974)

Joni Mitchell regressa a L.A. com todos os seus pontes fortes e um arsenal de novas armas: uma paleta alargada pelas influências jazz e country e uma energia e uma confiança nunca antes vistas.

Joni Mitchell – Ladies of the Canyon (1970)

Um excelente disco de transição que reúne o melhor do que Mitchell já fizera e aponta pistas para o que viria a seguir.

Especial Joni Mitchell

O Altamont celebra os 80 anos de Joni Mitchell. Uma mulher tão diferente, tão talentosa, tão idiossincrática, que marcou de forma indelével a música das últimas largas décadas.