Um tiro de rock escuro dos pântanos do Louisiana, como um casamento entre os Queens of the Stone Age e o Beck dos primeiros tempos.
King Gizzard and the Lizard Wizard – Phantom Island (2025)
Cordas, sopros, southern rock, Motown e cocaína dos anos 70, em mais um belíssimo disco dos King Gizzard.
Stereolab – Instant Holograms on Metal Film (2025)
O felicíssimo regresso dos Stereolab, uma das bandas mais interessantes e idiossincráticas dos anos 90, 15 anos depois do último disco
Terno Rei – Nenhuma Estrela (2025)
A banda de São Paulo traz-nos um disco cheio de belas e imediatas canções indie, com ecos de anos 90 mas cheio de sensibilidade pop e melancolia. Os Terno Rei nasceram em São Paulo por volta de 2010 e têm…
Jovanotti – Il corpo umano VOL.1 (2025)
Um excelente trabalho que sintetiza quase tudo o que o Jovanotti fez na sua carreira, e que nos faz dançar e sentir.
PZ – Apocalypse later (2025)
PZ bebe uma bebida a ver o mundo desmoronar-se, no seu primeiro disco totalmente em inglês e marcado pela estrutura rock. A bater os 20 anos de carreira, PZ continua sem dar qualquer sinal de abrandar. A sua pulsão criativa…
Mão Morta – Vénus em chamas (1994)
No primeiro disco para uma multinacional, os Mão Morta mudam, mas não como muitos esperariam. Os Mão Morta sempre desafiaram as normas e as expectativas, flirtando com o sucesso para depois o sabotar e vice-versa. Depois do sucesso de Mutantes…
Mão Morta – Mutantes s.21 (1992)
O sucesso que atirou os Mão Morta do pequeno circuito alternativo para o mainstream. Os anos de 1991 e 1992 foram paradoxais para os Mão Morta. Por um lado, como se podia constatar do disco O.D. Rainha do rock n…
Mão Morta – Viva la Muerte (2025)
Um disco profundo e urgente, que desmascara o fascismo com poesia, música e mestria.
Alex Pester – Bedroom Songs (2025)
Uma excelente e discreta pérola pop de um garoto inglês que vai certamente dar que falar. Alex Pester é um garoto inglês de 25 anos de quem nunca tínhamos ouvido sequer falar. Porém, este é já o sétimo disco de…
Bob Dylan – Highway 61 Revisited (1965)
No período mais fértil da sua vida, chega-nos o disco que melhor condensa as várias facetas de um Bob Dylan em busca determinada pela sua liberdade artística. Em Julho de 1965 chega às rádios e aos ouvidos da América “Like…
Orlando Cohen – Planet V (2024)
Um disco sereno e bonito que mostra um lado mais introspectivo de um dos guitar hero nacionais. Orlando Cohen será sempre reconhecido como guitarrista dos saudosos Censurados, mas também dos Peste & Sida e de tantos outros projectos da música…
Nancy Vieira – Gente (2024)
Um disco que pinta África com as cores do Brasil e um toque de Lisboa, com um resultado enternecedor e muito bonito.
The Hard Quartet – The Hard Quartet (2024)
Um bom disco da realeza indie do rock americano mas que fica aquém da promessa que trazia. O nascimento deste Hard Quartet veio praticamente do nada. Primeiro, o anúncio de que se tinha formado um supergrupo; logo de seguida um…
Lou Reed – Coney Island Baby (1976)
Um disco bonito e luminoso, como resposta à fúria do anterior Metal Machine Music.
Mazzy Star – So tonight that I might see (1993)
Enquanto a agressividade do grunge destruia tudo, um par improvável inventava a dreampop para os tempos modernos. As origens dos Mazzy Star podem encontrar-se na primeira metade dos anos 80, com o movimento Paisley Underground, uma espécie de revivalismo psicadélico…
Júlio Pereira – Fernandinho vai ó vinho (1976)
A estreia a solo de Júlio Pereira é uma “opereta-rock” cheia de grandes convidados e de um humor e uma ternura irresistíveis. Quando pensamos em Júlio Pereira vem-nos imediatamente à cabeça a imagem do músico de cabelo longo com o…
Inóspita – E nós, Inóspita? (2024)
Apesar do nome, Inóspita, o projecto puramente instrumental da guitarrista Inês Matos chama-nos para junto de si.