Com a inteligência e sensibilidade que lhe são características, Mike Hadreas falou connosco acerca de unhas, de como gerir um banco, de como se tornar mais hardcore e de perfumes chamados “Reseest”.
“Romance for Two” – Lewis
A fechar a semana, “Romance for Two”, a música que encerra L’Amour, álbum de 1983 com uma bonita história que se repete de vez em quando no mundo da música.
“Nobody” – Mitski
Mitski tem vindo a surpreender cada vez mais a cada pedaço de música que lança.
“From the Morning Heat” – Craft Spells
Hoje voltamos a 2011 para recordar um dos melhores álbuns pop da atual década: Idle Labor de Craft Spells.
“Behind the Wall” – Drab Majesty
Ah, os anos 80. Uma década tão associada à pop mais luminosa como ao rock negro e carregado de negatividade.
“Jesse” – Frankie Cosmos
2018 é o primeiro ano em que Frankie Cosmos tira o pé do lo-fi e tenta escrever canções com mais de dois minutos. Em “Jesse”, do disco Vessel, Frankie Cosmos não larga a pop de adolescente colegial ingénua que a fez famosa
“Hereditário” – Sam The Kid
Sam infundiu samples da gravação de uma discussão violenta do avô, claramente exaltado, com melodias épicas de instrumentos de sopro.
“Get You” – Daniel Caesar
Tem 23 anos, nasceu em Ontario, Canadá, e é uma das melhores vozes da sua geração. Estes são três factos sobre Daniel Caesar, promessa das camadas jovens do neo-soul que lançou o ano passado o seu disco de estreia, Freudian.
“Cheated Hearts” – Yeah Yeah Yeahs
Um dos chavões mais memoráveis de uma época repleta de criatividade.
“In The Mouth a Desert” – Pavement
“In the Mouth a Desert” é um clássico daqueles que sempre que entra por acaso num shuffle conquista ao primeiro acorde. Intensidade pura. Os Pavement no seu melhor, apesar das letras serem um caso sério para quem as quiser desvendar.…
“Senator” – Stephen Malkmus & The Jicks
Canção do dia dedicada aos desejos dos senadores.
“Range Life” – Pavement
Malkmus a mostrar o seu lado de língua afiada, em melodia irrepreensível.
“Shady Lane” – Pavement
Os Pavement sempre fizeram questão de ignorar essa irrelevância chamada mundo.