“Here” – Pavement

Apetece dizer que “Here” é a canção mais bonita do mundo.

“Middle America” – Stephen Malkmus & The Jicks

Um dos grandes momentos de Sparkle Hard.

“Gold Soundz” – Pavement

Uma delicia de música de Malkmus e seus comparsas.

“While my Guitar Gently Weeps” – Prince e mortais

Prince e um daqueles solos que deixa a pensar.

“Come Back Muddy” – Buddy Guy

Buddy Guy comprometeu-se a nunca parar de tocar.

“Keep your Worries” – Guru

Do resultado da experiência Jazzmatazz ainda estamos a colher os frutos.

“Deceptacon” – Le Tigre

Punk, política, samples poderosos, pop eletrónica e feminismo.

Ride: de regresso para Weather Diaries

De uma reunião pouco expectável para a edição de um novo disco. Uma entrevista a Mark Gardener dos Ride.

“Turtleneck” – The National

Esta faixa destaca-se dos restantes temas do disco, mais melódicos e tranquilos.

“Et moi, et moi, et moi” – Jacques Dutronc

Dutronc fala de chineses, soviéticos e pequenos marcianos.

“Cities in Dust” – Siouxsie and The Banshees

Hoje revisitamos os Siouxsie & The Banshees.

“No One Defeats Us” – Dreams

Daniel Johns, dos Silverchair, com Luke Steele, dos Empire of the Sun juntos?

“Transparência” – Medeiros/Lucas e António Costa

Um ritmo tribalesco e um sintetizador rico que serve de pano profundo perfeito para este cruzamento musical.

The Wombats: os emojis de Matthew Murphy

À conversa com Matthew Murphy, muito divertido, e claramente preocupado com o novo corte de cabelo, falámos de pessoas chamadas Isabel, de mudanças para Nova Iorque e de emojis, muitos emojis.

“Mulher do Fim do Mundo” – Elza Soares

A instrumentação rica de orquestra e percussão eleva a sua voz rouca, cansada de dizer o mesmo mas mesmo assim forte, resistente.

“See You Again” – Tyler the Creator feat. Kali Uchis

“See You Again” esconde-se por entre temas mais escutados do maravilhoso Flower Boy.

“É Tão Amar” – António Calvário e Madalena Iglesias

Despeço-me com um tema português da década de 60, sobejamente conhecido de todos. Esta é uma canção bem composta, bem interpretada, harmoniosa e com arranjos orquestrais a enriquecê-la, um tema onde a elegância e a graciosidade vão de braço dado!

“Elogio da desordem” – Joana Sá

Joana Sá, como sempre, deslumbrante ao piano.