Djavan foi um gigante na noite de Oeiras. Não coube em si, e a sorte foi toda nossa. Iluminou a noite que fechou a edição de 2024 do Festival Jardins do Marquês. Ontem foi dia D!
Maria Bethânia + A Cor do Som || Festival Jardins do Marquês 2023
A deusa Bethânia reinou nos ventos de Iansã. É eterna, a mana Caetana. No final da tarde, Pierre Aderne, e ao cair da noite, os míticos A Cor do Som. Bela colheita, a de ontem!
Genesis – Selling England By The Pound (1973)
Selling England By The Pound é um marco da história do rock progressivo. Um autêntico clássico absoluto, por isso resolvemos voltar a ele com toda a pompa e circunstância que merece. E em boa hora o fizemos!
Hawkwind – In Search of Space (1971)
O segundo dos Hawkwind, In Search of Space, é o disco-manifesto que apresenta o space rock. Psicadelismo lento, pesado e hipnótico. Como uma nave gigante à deriva no espaço.
Led Zeppelin – In Through the Out Door (1979)
In Through the Out Door é um disco lamentável. Tudo aquilo que é grande nos Led Zeppelin é pequeno nesta sua última obra.
Roger Waters: há vida para além dos Floyd
Sozinho, Waters nunca conseguiu repetir a perfeição de um Dark Side of the Moon. Podia ser o principal criador dos Floyd mas a banda sempre foi muito maior do que o ego do seu baixista. Ainda assim, valeram bem a pena estes seus quatro belíssimos discos. É este o o percurso pós-Floyd que realmente queríamos? Claro que sim.
Roger Waters – The Pros and Cons of Hitch Hiking (1984)
Os fantasmas de Roger Waters ganham aqui forma: uma crise de meia-idade; a autópsia de um casamento a ruir; a traição, o desejo e a culpa. Uma revelação lúcida dos “segredos dos locais, que no fundo são iguais em todos nós.”
OK Computer: o regresso ao futuro com os Radiohead
Os hipsters preferirão o Kid A, glorificando a sua inacessibilidade. Os nazis da simplicidade pop escolherão o The Bends, apedrejando “Paranoid Android” pelas suas cedências ao prog. Mas as pessoas razoáveis optarão sempre por OK Computer, um disco desmedidamente belo e sem vergonha de o ser.
Benjamin Clementine – I Tell a Fly (2017)
Benjamin Clementine aprofunda a teatralidade da sua música numa reflexão sobre a xenofobia na Europa. O resultado é uma obra tão excêntrica como comovente.
Reportagem: Equations || Centro Cultural Dom Dinis
A Com Certos Músicos (organização do concerto) chegou ao Centro Cultural Dom Dinis com a promessa de reavivar aquele que em tempos foi um dos corações da noite conimbricense. E qual a melhor maneira de começar esta demanda? Com…
