Jazz para os noctívagos, os insones e os boémios.
“Dat Dere” – Art Blakey and the Jazz Messengers
“Dat Dere” contém todo o swagger que caracteriza a música dos Jazz Messengers.
Grateful Dead – Live/Dead (1969)
O documento definitivo da era psicadélica dos Grateful Dead e um dos melhores discos ao vivo dos anos sessenta.
“Wooden Ships” – Crosby, Stills & Nash
Escrita durante um período conturbado da história dos Estados Unidos, com a guerra no Vietname bastante presente nas cabeças de todos “Wooden Ships” é um testemunho das ansiedades do final dos anos sessenta.
Godspeed You! Black Emperor || Lisboa ao Vivo
A comitiva canadiana anda há já vinte anos a desenvolver o seu brutalismo musical.
Boards of Canada – Music Has the Right to Children (1998)
Music Has the Right to Children lembra-nos que o passado nem sempre é tão bom ou tão mau como o imaginávamos.
Solange – When I Get Home (2019)
When I Get Home insere-se numa linhagem de R&B alternativo, íntimo e experimental.
David Bruno || Musicbox
Longe de Gaia mas trazendo-a sempre no coração, David Bruno deu-nos a conhecer mais um bocadinho da sua cidade, refratada pelo seu olhar idiossincrático
Oh Sees – Face Stabber (2019)
É difícil saber se os Oh Sees ainda estão para nos brindar com a sua obra prima de rock progressivo-psicadélico-kraut ou se estão prestes a colapsar com o peso da sua ambição.
BROCKHAMPTON – Ginger (2019)
Abandonando parcialmente a sua preocupação em criar statements icónicos a nível musical e estético, os Brockhampton deram prioridade à narrativa, à introspecção e à coesão.
Madvillain – Madvillainy (2004)
É um pequeno milagre (ou um testemunho do talento destes dois titãs) que, no meio deste turbilhão de contratempos e projetos paralelos, pudesse surgir um disco tão singular.
Vem Aí Festival: Vodafone Paredes de Coura 2019
Peregrinamos mais uma vez até ao Couraíso para levarmos um banho de rio, sol e muita música.
“Soul Fire” – Lee “Scratch” Perry
Gravado no mítico Black Ark, “Soul Fire”, seria considerada uma canção de protesto.
“Your Teeth in My Neck” – Scientist
Discípulo de King Tubby, Scientist é responsável pelo melhor dub produzido na década de oitenta.
“Stop Them Jah” – Augustus Pablo
Augustus Jah contém todos os ingredientes que formam um bom dub: guitarras e tarolas com delay interminável, uma linha de melodica memorável e a atmosfera vaporosa que caracteriza o género.
“Five Nights of Bleeding (for Leroy Harris)” – Poet and the Root
Dedicada a Leroy Harris, a vítima mortal de uma rixa, “Five Nights of Bleeding (for Leroy Harris)” vê o poeta Linton Kwesi Johnson a retratar a realidade da comunidade negra.
“I and I Survive” – Burning Spear
Um dub sóbrio e orelhudo assombrado por um piano fantasmagórico.