Tão sexy como só a Soul pode ser.
“Me and Bobby McGee” – Janis Joplin
Esta versão, interpretada por Janis Joplin, foi gravada dias antes da sua morte, aos 27 anos – aniversário trágico para tantos ícones musicais – e lançada postumamente no seu álbum Pearl (1971).
“Girl, You’ll Be a Woman Soon” – Urge Overkill
Uma das canções que mais se destaca da banda sonora de Pulp Fiction (1994), a versão de Urge Overkill foi originalmente gravada para o EP de 1992, Stull.
“Take Me To The River” – Talking Heads
Uma versão co-produzida com Brian Eno, que acabou mais reconhecida e escutada do que a versão original de Al Green.
“Hallelujah” – Jeff Buckley
Uma interpretação imaculada, que tem como veículo uma voz que varia entre a glória e a tristeza, a beleza e a dor.
Playlist da Semana: Coverings
Uma playlist de versões que todos devíamos conhecer, não necessariamente melhores do que as originais, mas que vingaram no tempo.
Fred || Lux Frágil
Pela primeira vez em 20 anos, a sua bateria está no centro do palco do seu primeiro espetáculo em nome próprio. E Fred está nervoso como uma criança no seu primeiro dia de escola.
“I Shall Be Released” – Nina Simone
E por muito fã que seja das histórias e da harmónica de Dylan, é na magia desta versão de Nina Simone (1969), que esta canção faz mais sentido.
“Long Train Runnin’” – The Doobie Brothers
Um riff que ficou para a História dos Riffs.
“Feelin’ Alright” – Joe Cocker
“Feelin’ Alright” é mais uma interpretação incrível de uma música de outrem.
“Sunday Morning” – The Velvet Underground
São seis da manha de um domingo qualquer em 1966.
Tiago Bettencourt || Coliseu dos Recreios
No centro do Coliseu de Lisboa, Tiago Bettencourt teve dos mais brilhantes desenhos de luz e produção visual a que assistimos este ano.
“The Passenger” – Iggy Pop
Iggy nunca teve carta de condução nem veículo proprio, foi sempre o passageiro de serviço.
Iggy Pop – Lust for Life (1977)
Ao segundo disco, Iggy Pop canaliza o poder agressivo do som dos Stooges com as mais valias assimiladas durante as gravações de The Idiot.
“Impressões Digitais” – GNR
Uma impressão digital que, no final, é aquilo que define o homem comum.