Uma interpretação imaculada, que tem como veículo uma voz que varia entre a glória e a tristeza, a beleza e a dor.
Playlist da Semana: Coverings
Uma playlist de versões que todos devíamos conhecer, não necessariamente melhores do que as originais, mas que vingaram no tempo.
Fred || Lux Frágil
Pela primeira vez em 20 anos, a sua bateria está no centro do palco do seu primeiro espetáculo em nome próprio. E Fred está nervoso como uma criança no seu primeiro dia de escola.
The Tallest Man On Earth || Aula Magna
Dois anos depois do seu último concerto em solo nacional, Kristian Matsson, ou The Tallest Man on Earth, traz o seu Eu Estranho de regresso à Aula Magna, já reconciliado consigo mesmo e de coração remendado – e, melhor ainda, com disco novo pronto a sair.
“I Shall Be Released” – Nina Simone
E por muito fã que seja das histórias e da harmónica de Dylan, é na magia desta versão de Nina Simone (1969), que esta canção faz mais sentido.
“Long Train Runnin’” – The Doobie Brothers
Um riff que ficou para a História dos Riffs.
“Feelin’ Alright” – Joe Cocker
“Feelin’ Alright” é mais uma interpretação incrível de uma música de outrem.
“Sunday Morning” – The Velvet Underground
São seis da manha de um domingo qualquer em 1966.
Tiago Bettencourt || Coliseu dos Recreios
No centro do Coliseu de Lisboa, Tiago Bettencourt teve dos mais brilhantes desenhos de luz e produção visual a que assistimos este ano.
“The Passenger” – Iggy Pop
Iggy nunca teve carta de condução nem veículo proprio, foi sempre o passageiro de serviço.
Iggy Pop – Lust for Life (1977)
Ao segundo disco, Iggy Pop canaliza o poder agressivo do som dos Stooges com as mais valias assimiladas durante as gravações de The Idiot.
“Impressões Digitais” – GNR
Uma impressão digital que, no final, é aquilo que define o homem comum.
“Efectivamente” – GNR
Em “Efectivamente” (ainda com C), Rui Reininho é o verdadeiro cusco.
“Carcará” – Maria Bethânia
O primeiro sucesso de Maria Bethania, jovem que transpirava energia, com a garra e o tom necessários para passar a mensagem implícita de “Carcará”.
“Alegria, Alegria” – Caetano Veloso
Os anos de convulsão também nos trouxeram Caetano Veloso e o seu tropicalismo.