Filipe Garcia
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Bicho de letras e de muitas ondas sonoras, cresci convencido que quanto mais pesado melhor era o rock, mas descobri a luz quando me apresentaram o Jazz e os blues. O indie é dispensável, as doses de rock não.

“These Boots” – Megadeth

Às vezes, a música pode ser só uma piada.

Prince – Piano & a Microphone 1983 (2018)

Se a exploração dos arquivos dos heróis caídos da música raramente traz grandes surpresas, no caso de Prince sempre se disse que o melhor estava por mostrar.

“While my Guitar Gently Weeps” – Prince e mortais

Prince e um daqueles solos que deixa a pensar.

“Come Back Muddy” – Buddy Guy

Buddy Guy comprometeu-se a nunca parar de tocar.

Playlist da semana: As guitarras e o Jazz

Uma playlist dedicada aos mestres das seis (ou mais) cordas.

“Keep your Worries” – Guru

Do resultado da experiência Jazzmatazz ainda estamos a colher os frutos.

“Lucille” – B.B. King

Para a história ficaram os blues, para a lenda o momento em que a Gibson passou a ter nome próprio, para nós ficou a responsabilidade de lhe agradecer.

Ben Harper & Charlie Musselwhite || Aula Magna

Ben Harper recuperou o seu mojo. Que se deixe ficar pelos blues, pelas salas pequenas e que não nos deixe de visitar.

Jack White – Boarding House Reach (2018)

Nem sempre é preciso perceber tudo para se concluir que estamos perante um grande disco e, seguramente, o mais elaborado trabalho de quem já se mostrou capaz de conquistar o mundo com um riff de uma corda só. Boarding House Reach é mesmo de ouvir.

Machine Head || Coliseu dos Recreios

Manual de sobrevivência. Uma noite com os Machine Head.

“For What is Worth” – Liam Gallagher

Em ano de estreia a solo, Liam Gallagher voltou a colecionar elogios, voltou a brilhar com canções como só ele – por mais que isso custe ao mano Noel – sabe fazer. Tínhamos saudades.

“Believe” – Benjamin Booker

Ao rock, aos blues, juntou a soul e uma assinatura gravada em grandes canções. “Believe” torna tudo evidente.

Orelha Negra – Orelha Negra (2017)

Ao terceiro disco, os Orelha Negra afastaram-se dos loops orelhudos, fáceis, cirurgicamente desenhados para a rádio, para fazer dançar. Sem nunca passarem a fronteira para a música avessa ao circuito comercial, arriscaram e, sem grande surpresa, voltaram a ganhar.

“Tua Cantiga” – Chico Buarque

Nunca se dá por perdido um ano em que Chico Buarque nos brinda com música nova. E se 2017 foi, em várias escalas, um ano trágico, a verdade é que tivemos direito a Caravanas.

Playlist da semana: Blues de Natal

Quentinho. De barriga cheia. Entre sorrisos e vinho tinto. Com bacalhau e grão. Música baixinho, confortável, bem disposta mas sem euforias, melancólica, mas nunca derrotada. Do Ray à Ella, do Sufjan ao miúdo Bridges. Com a ajuda dos senhores Young, Waits e Clapton, aqui vai uma banda sonora para um Natal dos bons. Dos mesmo bons.

“Ohio” – Gary Clark Jr, Jon Batiste, Leon Bridges

Nasceu de um massacre, daqueles à americana, o original dos Crosby, Stills, Nash and Young. Reinava Nixon e hoje, no reino de Trump, são Gary Clark, Jon Batiste e Leon Bridges quem canta “Ohio”.

Xutos & Pontapés – Circo de Feras (1987)

Com Circo de Feras, os Xutos dão o salto para a primeira divisão do rock nacional. Os clássicos Contentores, Não Sou o Único, Vida Malvada e N’América, depressa os conduzem ao primeiro lugar.