É difícil ouvir The Hex de olhos enxutos. O disco saiu cerca de 3 meses depois da morte de Richard Swift, uma das grandes mentes musicais do nosso tempo. Produtor, compositor, multi-instrumentista, realizador nas horas vagas e boémio incurável – ao ponto…
“I’m Your Man” – Spiritualized
Ao longo desta semana – primeira do último trimestre – as canções do dia e a playlist fazem uma espécie de triagem dos nove meses de 2018. Com centenas de discos editados, há alguns que se perdem, outros que vão…
Mercury Rev || LUX
Fotoreportagem do concerto de Mercury Rev, no LUX, no passado dia 27 de Setembro. A banda norte-americana veio celebrar os 20 anos do seu disco icónico, Deserter’s Song, com um concerto intimista.
“Lonely World” – Moses Sumney
Ser Sumney não é para quem quer, mas sim para um predestinado chamado Moses.
“All Delighted People” – Sufjan Stevens
All Delighted People é música para se ouvir mil e uma vezes no carro.
“Ain’t Got No, I Got Life” – Nina Simone
Tudo o que não temos é compensado por outras que temos. Ou não será bem assim?
“Ohio” – Crosby, Stills, Nash and Young
Uma das melhores canções de protesto norte-americanas.
“The Long and Winding Road” – The Beatles
A 20 de Setembro de 1969, aproveitando uma reunião com Paul e Ringo, John Lennon anunciava a sua saída dos Beatles.
“Dream a Little Dream of Me” – Cass Elliot
Nascida a 19 de Setembro de 1943, Cass Elliott era uma das personagens mais predominantes da pop norte-americana dos anos 60 e a sua figura pouco convencional era proporcional ao tamanho do seu talento.
“Foxey Lady” – Jimi Hendrix
Em 1970 o mundo ficava órfão do maior guitarrista da sua história.
“People Are Strange” – The Doors
Em 1968 Jim Morrison fazia das suas e os Doors eram banidos do Ed Sullivan show.
“Closedown” – The Cure
Disintegration é o disco da vida de muitos e os Cure são a banda da vida de outros tantos. Nada de novo. Celebremos, apenas.
“What I’m Trying To Tell You” – Suede
Há nestes mais recentes anos de Brett Anderson e companhia cantigas ao nível do melhor de sempre do grupo britânico. Fica aqui um exemplo.
“Angel” – Massive Attack
Há bandas tão à frente do seu tempo que o som que faziam, digamos, em 1998, ainda hoje parece ser de um futuro distante, tecnológico, vibrante embora gélido. Grandes Massive Attack.