Deixou-nos Fausto, um dos maiores criadores da música portuguesa. Fica a breve crónica de um viageiro da canção e da palavra
A história do único encontro entre Amália e Zeca Afonso
Só em 1984, Amália Rodrigues e José Afonso se encontraram, pela primeira e única vez.
Vitorino – Semear Salsa ao Reguinho (1975)
Em pleno PREC, Vitorino estreia-se em disco com uma carta de amor ao seu Alentejo.
“A cantiga é uma arma” – GAC – Vozes na Luta
GAC – Um símbolo da música ao serviço da política popular.
“Inquietação” – JP Simões
Uma releitura pessoal de JP Simões, do excelente disco “1970”. Mais uma oportunidade e uma nova vida, para uma nova geração, de um tema imortal.
“Portugal ressuscitado” – Grupo In-clave, Tonicha e Fernando Tordo
O slogan que faz o refrão desta canção – “o povo unido nunca mais será vencido” – transformou-se na peça central deste “Portugal ressuscitado”, na sequência do 25 de Abril.
“Pedra Filosofal” – Manuel Freire
O sonho como motor de mudança. “Pedra Filosofal” é um poema de António Gedeão, dado a conhecer em 1956, mas que ganhou a imortalidade com a música de Manuel Freire, de 1970. Ainda em tempos de ditadura, acabou por tornar-se…
José Afonso – Ao Vivo no Coliseu (1983)
A despedida de Zeca, já debilitado pela doença, dos palcos, numa noite de lágrimas e vozes ao alto.
José Afonso – Coro dos Tribunais (1975)
O primeiro disco de Zeca após o 25 de Abril é um dos seus melhores, mesmo que tenha resistido à tentação de, a quente, servir de crónica aos dias da Revolução.
José Afonso – Eu Vou Ser Como a Toupeira (1972)
A casa de “A Morte Saiu à Rua” é um tratado de como ser político sem ser panfletário, num disco que continua fresco, lírico e incontornável.
Canção do Dia: José Afonso – Nefretite Não Tinha Papeira
Quando ouvimos o nome “Zeca Afonso”, pensamos de imediato em canções de intervenção. Contudo, talvez dois terços das suas canções não tenham qualquer conteúdo político, sendo ancoradas no cancioneiro popular ou no surrealismo mais desbragado. É neste último chapéu que…