Foi à boleia da sua versátil guitarra que Tó Trips foi dar a Sumba. Arquipélago, real ou imaginado, onde o tempo não passa, nem para trás nem para a frente, simplesmente não existe. Tal como não existe poeira, sujidade, confusão. É aí, em Sumba, que Tó Trips e João Doce (Wraygunn) se encontram. A guitarra de um, a percussão, um pouco de tropical, de experimental, de tribal, de puro.
Sumba é também o nome do disco que lançaram este ano. No próximo dia 10, embora os pés permaneçam no Palácio Sinel de Cordes, vamos todos até essa terra longínqua e bucólica.