Que lugar para Tracy Chapman, olhando para 1988 e para 2019?
“Volunteers” – Jefferson Airplane
Um apelo à mobilização por parte dos Jefferson Airplane.
O Terno || Capitólio
Lisboa assistiu (finalmente) ao vivo a banda do momento na cena musical brasileira.
DIIV – Deceiver (2019)
Aqui chegamos ao terceiro capítulo da aventura DIIV, no qual Zachary Cole Smith, o ator principal, faz as pazes com o seu conturbado passado.
Godspeed You! Black Emperor em Lisboa e Porto
Godspeed You! Black Emperor em Lisboa e Porto.
Big Thief – Two Hands (2019)
Com uma mistura perfeita de força visceral e intimidade, Two Hands enriquece ainda mais a impressionante discografia dos Big Thief.
Angel Olsen – All Mirrors (2019)
All Mirrors é mais uma mostra da amplitude de espectro que Olsen gosta de cativar, procurando sempre fazer algo diferente do anterior, reinventando-se.
“Stranger Things Theme” – Kyle Dixon & Michael Stein
É um mero minuto e pouco, mas acabamos a ouvi-la tantas vezes que se torna hipnótica.
“A Beautiful Mine” (Theme From Mad Men) – RJD2
Assistimos, ao longo de 92 episódios, aos desfilar de uma mistura de bandas que ainda hoje ouvimos com outras que na altura foram grandes e hoje estão esquecidas.
“Corona” – Minutemen
Os Minutemen têm de agradecer a “Jackass” a possibilidade de assim chegarem a um novo público.
“Tuyo” – Rodrigo Amarante
A história de Pablo Escobar não seria a mesma sem Tuyo a ressoar nos nossos ouvidos a cada episódio que começa.
“Twin Peaks Theme” – Angelo Badalamenti
Quem matou Laura Palmer continua a ser um dos grandes mistérios da humanidade.
Stone Temple Pilots – Core (1992)
O som de Core é uma sonoridade múmia, embalsamada e encafuada numa qualquer pirâmide com deserto à volta.
Angel Olsen com álbum novo e single para amostra
Angel Olsen lança o seu quarto álbum em Outubro, aqui fica “All Mirrors”, primeiro single.
black midi – Schlagenheim (2019)
A referência que vem mais à cabeça ao escutar estes rapazes será possivelmente a insanidade de Mike Patton nos seus projectos pós Faith No More – Mr.Bungle e Fântomas, mas ainda assim fica aquém de se conseguir criar-lhes um rótulo.
The Cure – Kiss Me, Kiss Me, Kiss Me (1987)
É unânime que Kiss Me, Kiss Me, Kiss Me é o mais amplo em termos de incluir toda a diversidade do universo Cure, ou melhor, todo o imaginário que popula a cabeça de Robert Smith.
“Plainsong” – The Cure
Música de abertura de Disintegration, música de coroação em “Marie Antoinette” (Sofia Coppola) e música de encerramento em “Toni Erdmann” (Maren Ade).