Uma confissão com mágoa, desejo, memórias de amantes, risos e beijos no ombro.
“She Works Out Too Much” – MGMT
Uma confusão instrumental deliciosa em que a narração da voz computarizada é a cereja no topo do bolo.
“Babe, I’m On Fire” – Nick Cave & The Bad Seeds
Do álbum Nocturama, de 2003, “Babe I’m On Fire” é uma brilhante explosão de ruído .
“Half Man Half Shark” – King Krule
Um refrão gingão que torna difícil conseguir ficar quieto.
“100 Paciencia” – Conan Osiris
No penúltimo dia de 2017, saiu meio despercebido um dos álbuns mais surpreendentes feitos em Portugal nos últimos tempos. Adoro Bolos, de Conan Osiris, é uma improvável mas certeira mescla de estilos do canto cigano ao metal, do fado ao…
“Superposition” – King Gizzard & The Lizard Wizard
O ano de 2017 ficou marcado pelo maior pico de produtividade (até agora) dos australianos King Gizzard & The Lizard Wizard. Foram cinco os discos lançados pelo conjunto entre 24 Fevereiro e 31 Dezembro do ano passado, todos repletos de…
“?????? (Spring Mix)” – Hiroshi Yoshimura
Hiroshi Yoshimura é mais um daqueles tesouros japoneses perdidos em algoritmos do YouTube. Um mago do ambiental, um sopro new age à espera dos exploradores mais curiosos ou mesmo dos mais preguiçosos, que aguardam a reprodução automática para a satisfação…
“Expensive Shit” – Fela Kuti
É hora de massajar os tímpanos e as ancas com o afrobeat do mestre Fela.
“No Pressure” – Mahalia
Mahalia traz a sua pop devedora do R&B, da soul e até do country, géneros que funde num registo curioso, íntimo e afirmativo.
“Hazy Days” – Raoul Vignal
Raoul Vignal é nome a descobrir, aqui, ou em concerto hoje em Braga.
“Not Fade Away” – The Rolling Stones
O primeiro grande êxito dos Stones não é, na realidade, um original deles. Foram ao mestre Buddy Holly roubar esta “Not Fade Away”, e com Brian Jones na harmónica fizeram um estrondoso sucesso nos Estados Unidos por alturas da British Invasion.
“My Babe” – Little Walter
“My Babe” é o sucesso mais comercial de Little Walter, orelhuda mas simples na sua letra e instrumental, brilhante de cada vez que o rapaz improvisa de harmónica nas mãos. Impossível não bater o pezinho.