Frederico Batista
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Nascido em 1980, licenciado em Comunicação Social e finalista do primeiro curso de Jornalismo e Crítica Musical na ETIC_. Desde cedo fui um aficionado pela música. Nirvana aos 12 anos, Beatles aos 15 e a partir daí o mundo mudou. Tornei-me um homem dos 60s mas não consigo estar sem ouvir tudo o que de novo se passa. Parar é morrer e a música é um rio de fluxo contínuo. Beards for Peace!

The Beach Boys || Jardins do Marquês 2022

Numa noite bem fria e ventosa, Mike Love e os seus “Beach Boys” trouxeram um pouco do calor da Califórnia, num concerto carregado de nostalgia e de boas vibrações.

Wings – Wild Life (1971)

Wild Life soa exactamente ao que pretendeu ser: um conjunto de canções honestas, despretensiosas, e divertidas. Os anos 70 estavam a começar a descolar e Paul estava pronto para embarcar.

Creedence Clearwater Revival – Mardi Gras (1972)

O sétimo e último disco da carreira dos Creedence Clearwater Revival, Mardi Gras, é o espelho de uma banda batida e desintegrada. Com a saída de Tom Fogerty, estava claro que a banda não tinha pernas para continuar.

“The Dripping Tap” – King Gizzard & The Lizard Wizard

“The Dripping Tap”, com os seus longos 18 minutos – a mais longa canção dos K.G., leva-nos numa montanha russa de sensações e estilos que tão bem os australianos conseguem fazer. Uma experiência sensorial que tem de ser sentida.

“Chaise Longue” – Wet Leg

“Chaise Longue”, primeiro single do seu disco homónimo, traz uma frescura e uma despreocupação que nos sabe tão bem.

“Traps” – Bloc Party

“Traps”, single inicial de Alpha Games, é uma bela canção indie rock, pujante, com todos os ingredientes que nos fizeram ser agarrados de imediato pelos Bloc Party. Um bom regresso.

“Flyin (like a fast train)” – Kurt Vile

Um ano em que haja novo disco de Kurt Vile é sempre um ano positivo. O singer/songwriter slacker mais cool de sempre regressa com (watch my moves), de onde retiramos esta “Flyin (like a fast train)”, que mantémo seu lado…

“Age of Anxiety I” – Arcade Fire

Uma canção incrível, como só os Arcade Fire conseguem gerar.

Playlist da Semana: O melhor de 2022… so far

Aproveitando o facto de estarmos a chegar a meio do ano decidimos olhar para o que andámos a ouvir desde Janeiro até agora para fazer um balanço dos lançamentos de 2022.

Arcade Fire de volta a Portugal em dose dupla

Os Arcade Fire vêm apresentar o seu novo álbum nos dias 22 e 23 de setembro no Campo Pequeno em Lisboa

Red Hot Chili Peppers – By The Way (2002)

Depois de terem colhido todos os louros de Californication, os Red Hot dão a permissão a John Frusciante para traçar o rumo a seguir. By The Way é um disco luminoso, melódico e pop, sem nenhum dos defeitos que estes termos poderiam vir a sugerir.

“Can’t Stop” – Red Hot Chili Peppers

Com um crescendo incrível até acabar num groove bem típico dos Red Hot, “Can’t Stop” mantém a (boa) toada pop que a banda californiana trouxe após Californication, não esquecendo a sua génese funk-rock-rap do seu início de carreira. 

The Coral – Coral Island (2021)

Ao décimo disco da carreira, os Coral regressam à boa forma com Coral Island, que conta a história de uma cidade imaginária, tornada viva pelas nossas memórias de infância. 

Paul McCartney – RAM (1971)

Ao seu segundo disco a solo, Paul McCartney lança as bases para aquele que viria a ser o seu futuro som com os Wings. RAM, mal recebido na altura, é uma belíssima colecção de canções, vindas de quem ainda sofria bastante com a ruptura dos Beatles.

“An Honest Mistake” – The Bravery

Os Bravery ficarão para sempre conhecidos por esta “An Honest Mistake”, uma das canções imperdíveis em qualquer festa de rock alternativa que se preze. Dancemos até nos cortarem o som.

“Stuck Inside a Cloud” – George Harrison

“Stuck Inside A Cloud” é a música mais tocante e bonita de Brainwashed. Uma faixa delicodoce, imagem de marca das composições de Harrison, falando sobre as suas vivências e dificuldades em ser uma estrela de rock

“Wooden Ships” – Jefferson Airplane

Retirada de Volunteers, esta belíssima “Wooden Ships”, é, desta feita, cantada por Grace Slick e Marty Balin.

“Sunshine Superman” – Donovan

“Sunshine Superman”, com as suas pinceladas psicadélicas, guitarras gravadas de forma inversa e letras coloridas, é um belo cartão de visita para o álbum, com o mesmo nome, que alarga os horizontes folk de Donovan, transportando-o para a pop.