“Pretty Lady” – Tash Sultana

Quem passou pelo palco secundário da última edição do Alive, dificilmente lhe ficou indiferente.

“Beautiful Morning” – Machine Head

Tenham uma bela manhã, com os Machine Head.

“A minha praia” – Sam the Kid

A Sam the Kid começa a ser hora de reconhecer o toque de Midas.

“Stay Alive” – José Gonzalez

“Dawn is coming. Open your eyes. Look into the sun as the new days rise.”

“Volta” – O Terno

Sempre um prazer voltar a’O Terno.

“We Don’t Deserve Love” – Arcade Fire

Um momento que ganha pela simplicidade, certa no tempo, nos acordes, nas harmonias, na voz de esperança de Régine e no falsete de Will.

“Quando Bate Aquela Saudade” – Rubel

O tema “Quando Bate Essa Saudade” viajou viralmente pelo mundo.

“What The World Needs Now” – Cat Power

Amor nunca é demais. “What The World Needs Now” é um clássico intemporal, válido para todos os tempos e principalmente em tempos de confinamento.

“Love Means Taking Action” – Croatian Amor

Os acordes da quarentena. Aguentem-se, esta merda vai passar.

“Everything Evaporate” – Félicia Atkinson

Everything Evaporate chegou no momento certo de desaceleração do mundo ao nosso redor. Nestes estranhos tempos de isolamento nunca antes vividos, queremos o etéreo, queremos o devaneio, queremos a voz da Félicia.

“Bonus Material” – Jenny Hval

Trash practicing love. Trash practicing love. Trash practicing love. Trash practicing love. Trash practicing love. Ou, amor em tempos de quarentena.

“Life in Vain” – Built to Spill

O Daniel deixou-nos no ano passado. Ficámos mais pobres. Aprendemos, muito graças a ele, a olhar para o ser estranho com um certo amor que nos era até então obscuro e indecifrável. Tudo aquilo que nos ensinou está profeticamente preservado…

“The Sun Goes Down and the World Goes Dancing” – The Magnetic Fields

O que é para ti um dia bom?, perguntava a Inês nas últimas emissões do já tão saudoso Fala com Ela. E, por vezes, as respostas a esta pergunta eram tão simples e singelas. Quando é que os dias bons…

“Mistery Calling” – Nap Eyes

Os Nap Eyes provam que ainda há boa música no pop-rock e indie-rock. Oiça-se a excelente “Mystery Calling” e tirem-se as dúvidas.

“Medo” – Amália por Júlio Resende

Em “Medo” ouvimos Júlio Resende desafiar a mortalidade e a contemporaneidade para ensaiar um dueto imaginário com Amália.

“Backlash Blues” – Nina Simone

“Backlash Blues”, com letra do seu amigo, poeta e ativista Langston Hughes, é uma das composições mais brilhantes cantas por Nina Simone.

“Sweet Revenge” – John Prine

Um humor à John Prine: all of my friends / are not dead / or in jail.

“One Fine Morning” – Bill Callahan

Nestes tempos conturbados, fica mais fácil acreditar que também há manhãs boas, que haverá manhãs luminosas, quando é o Bill Callahan a cantá-las.