Sons of Kemet – Your Queen is a Reptile (2018)

Um álbum electrizante de jazz, trazendo-nos África através da ênfase dada ao ritmo: complexo e frenético, convidando à dança e à transe.

Tricky – Maxinquaye (1995)

Imaginem-se num beco escuro, ouvindo passos: isso é Maxinquaye.

The Clash – The Clash (1977)

Os Clash têm uma elegância que nenhuma outra banda punk tem, são sujos mas sofisticados, como um vagabundo que só bebe champanhe.

Massive Attack – Blue Lines (1991)

Em pleno século XX, Blue Lines inventa o som do século XXI. A receita é simples: música de dança para a cabeça e não para os pés. 

The Clash – London Calling (1979)

O punk, já não como regulamento, mas sim como puro espírito.

Bill Callahan – Have Fun With God (2014)

Até pode estar a fazer discos mais convencionais (e não menos perfeitos ou originais, por isso), a fazer tournées e a dar algumas entrevistas nos últimos anos, mas Bill Callahan continua a ser um mistério. Mais, continua de forma quase…