Ilustres Desconhecidos: William Onyeabor

“Quem é William Onyeabor?” foi, ao longo dos anos, uma questão repetida tão frequentemente por melómanos curiosos que se transformou no nome de um disco que pretendia responder à tal pergunta.

Em câmara lenta como na TV: a história dos GNR

Foram tudo: putos do boom do rock, patronos da intelligentsia alternativa, reis e rainhas da pop. Hoje são uma instituição.

Ilustres Desconhecidos: Karen Dalton

É urgente conhecer Karen Dalton sozinha, como sempre se apresentou ao mundo, armada de uma guitarra, de um banjo, e de uma voz da qual não se esquece tão facilmente.

Ilustres Desconhecidos: Daniel Johnston

A história de Johnston, ainda não sabemos muito bem qual é. Mas não é um mito, ou uma telenovela, ou uma epopeia. É real.

Viagens à boleia do som: o périplo musical de João Castro

Damas, Zé dos Bois, Banco, Desterro, Maria Matos, SMUP, etc.: se a nossa noite passar por algum destes sítios, o mais provável é que João Castro lá esteja.

Bom dia, tristeza: doçura e desespero em Elliott Smith

Nick Drake matou-se com comprimidos. Ian Curtis enforcou-se. Cobain deu um tiro na cabeça. Mas ao pé de Elliot Smith, que trinchou o seu próprio coração com um cutelo de cozinha, são todos uns meninos.

O que sempre senti e pensei sobre Ofertório, mas que nunca supus vir a escrever.

A propósito de Ofertório, espetáculo da família Veloso. Um pai, três filhos e memórias de um espírito santo que passou por mim.

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O Altamont leva-nos a uma viagem descomplexada aos diferentes ritmos que populam no mundo pop/rock.

Os Pavement e o charme do desmazelo

O grande legado dos Pavement é mostrar-nos quanta beleza pode haver no inacabado, no desleixado, no descuidado. Como uma miúda gira acabada de acordar.

Os Fugly são um power-trio à antiga

Rock. Português, bem feito, com respostas na ponta da língua – ou do teclado, no caso. Falámos com os Fugly.

Roger Waters: há vida para além dos Floyd

Sozinho, Waters nunca conseguiu repetir a perfeição de um Dark Side of the Moon. Podia ser o principal criador dos Floyd mas a banda sempre foi muito maior do que o ego do seu baixista. Ainda assim, valeram bem a pena estes seus quatro belíssimos discos. É este o o percurso pós-Floyd que realmente queríamos? Claro que sim.

“Branco” mais Branco só há Cristina

Há disco novo, muitos convidados, elogios da crítica e aplausos do público.

Quando Hendrix queima a guitarra

Porque precisamos de deuses e de mitos, Hendrix sacrificou-se por nós, imolando a sua guitarra no fogo de Monterey.  Nesse instante, tornou-se eterno.

Não tenhas vergonha, eu também gosto de disco sound

Bonita a história do nascimento, morte e ressurreição do género musical mais odiado de todos os tempos. Nós gostamos de disco e explicamos porquê.

Jimi e Miles, uma amizade forjada na música

Uma mulher juntou os génios Miles Davis e Jimi Hendrix, numa amizade musical que esteve perto de dar um disco.

OK Computer: o regresso ao futuro com os Radiohead

Os hipsters preferirão o Kid A, glorificando a sua inacessibilidade. Os nazis da simplicidade pop escolherão o The Bends, apedrejando “Paranoid Android” pelas suas cedências ao prog. Mas as pessoas razoáveis optarão sempre por OK Computer, um disco desmedidamente belo e sem vergonha de o ser.

O circuito da música experimental em Lisboa

O seu público aumenta, as salas maiores abraçam-na: a música experimental está a crescer no seio da vida cultural lisboeta.

Casper Clausen é a nossa Madonna indie e os Liima são merecedores de carinho

Segundo disco dos nórdicos Liima foi recentemente editado e motivou uma animada conversa com o vocalista do grupo.