Ana Catarina Tiago
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“two reverse” – Adrianne Lenker

A voz doce e inconfundível de Adrianne Lenker aquece qualquer manhã de janeiro. “two reverse” não é excepção ao tom geral do álbum de 2020 songs, o de um coração partido à procura de reconforto, mas o delicado dedilhar de…

“Funny Girl” – Father John Misty

Depois de, em 2018, Josh Tillman ter aberto espaço à vulnerabilidade com God’s Favorite Customer, regressa a 8 de abril com o novo álbum Chloë and the Next 20th Century. Segundas-feiras pedem sentido de humor aguçado para se ter forças…

Playlist da Semana: A Gente Diverte-se Imenso!

Os artistas sabem melhor do que ninguém que a vida não é para ser levada demasiado a sério e, perante a falta de lucidez que sentimos em demasia, o melhor será mesmo entrar na onda e esquecer momentaneamente a ordem…

Alice Phoebe Lou – Glow (2021)

Alice Phoebe Lou transformou um coração partido num manifesto de autoafirmação. Alice Phoebe Lou fugia do amor enquanto tema para as suas letras. Achava-o muito visto (ou ouvido) e considerava que não acrescentaria nada de relevante ao mundo se também…

Arlo Parks – Collapsed In Sunbeams (2021)

Arlo Parks dá voz à sua geração, por meio de ritmos suaves e uma forma peculiarmente positiva de olhar para a vida. Arlo Parks tem 20 anos e uma sensibilidade invejável para temas atuais e assuntos que um jovem tende…

Father John Misty – God’s Favorite Customer (2018)

Em God’s Favorite Customer, Josh Tillman perdeu-se e é com uma simplicidade crua que procura a redenção e nos promete começar de novo. Há cigarros mal apagados e muitas garrafas viradas, enquanto o fumo ainda paira. Nem sequer faz sentido…

Weyes Blood – Titanic Rising (2019)

Em Titanic Rising, Weyes Blood mergulha completamente nas suas emoções e convida-nos a submergir também, ao som de sintetizadores e coros angelicais. 

Andrew Bird – My Finest Work Yet (2019)

No seu último álbum, Andrew Bird oferece-nos duas opções perante um futuro incerto: temermos o desconhecido ou rirmo-nos das pequenas satisfações que possamos tirar daí.

Julia Jacklin – Don’t Let The Kids Win (2016)

Como se de uma carta aberta para a sua eu em crescimento se tratasse, com todas as questões e ânsias que o desenvolvimento acarreta, Julia oferece-nos um conjunto de poemas sobre a vida numa altura em que tudo parece incerto e assustador.