Water From Your Eyes || Casa Capitão: o termómetro nunca passou do morno
Water From Your Eyes – It’s a Beautiful Place (2025)
Há discos feitos para sair do caos. It’s a Beautiful Place, suspeito, foi feito a partir do caos e no caos reina, no seu desleixo estudado.
Destroyer || Casa Capitão: Savage Night no Beato
Concerto imponente de Destroyer, a subjugar-nos à sua aura, presença em palco, banda, e extraordinário repertório musical.
Bonnie Prince Billy || Teatro São Luiz: o bardo desceu à aldeia
Inserido na 3ª edição do Vale Perdido (sobre o qual tivemos o prazer de conversar com o seu organizador Sérgio Hydalgo), o concerto de Bonnie Prince Billy no Teatro São Luiz encantou pela sua simplicidade.
Clap Your Hands Say Yeah! – Clap Your Hands Say Yeah! (2005)
O álbum homónimo de Clap Your Hands Say Yeah é o retrato de uma adolescência tardia — não a dos anos, mas a da música independente, que ainda acreditava que bastava um grupo de amigos, uns amplificadores e um site manhoso para mudar alguma coisa.
SPIRIT OF THE BEEHIVE || ZDB: uma manta de retalhos também conforta
Na sua primeira tour europeia, os SPIRIT OF THE BEEHIVE mostraram-se perante uma ZDB bem composta e conhecedora das suas invenções sónicas.
The Beths – Straight Line was a Lie (2025)
Muito agradável e mais profundo do que uma primeira audição dá a parecer, Straight Line Was a Lie é uma boa surpresa de 2025.
Annahstasia – Tether (2025)
Tether não é só um disco: é um mapa para a nossa alma, onde as bússolas com que nos orientamos são uma viola, uma voz transcendental, silêncios e a certeza de que cada nota mexe com as nossas emoções.
DITZ – Never Exhale (2025)
Never Exhale é uma excelente cartão de visita do vigor dos DITZ, demonstrando a sua capacidade de evoluir e inovar, permanecendo fiéis às suas raízes punk e experimentais.
Talking Heads – Stop Making Sense (1984)
Há discos–filmes-concerto como “Stop Making Sense” que acontecem uma vez na vida, parecendo existir fora do seu tempo, mas que são tão vivos que escapam à data de estreia. Los Angeles, Dezembro de 1983 – a tour dos Talking Heads,…
Yo la Tengo – Popular Songs (2009)
Um disco que tem tudo o que são os Yo La Tengo, encapsulados em 70 minutos de música de alto gabarito, como só eles mesmo sabem fazer.
Wombo – Danger in Fives (2025)
Terceiro álbum dos Wombo, caiu no goto por estes lados, Danger in Fives conquista pela identidade experimental e inventividade sonora. No Altamont temos uma brincadeira que é chamar de bandas inventadas a tudo o que nos vai chegando de novo…
Sigur Rós – ( ) (2002)
O álbum () dos Sigur Rós, lançado em 28 de outubro de 2002, representa um marco na discografia da banda islandesa, consolidando a sua identidade sonora única, e expandindo os limites da música pós-rock.
Will Stratton – Points of Origin (2025)
Points of Origin merece ser ouvido em lugar recatado, degustado com uma bebida na mão. é um álbum que se ouve e reouve — e que permanecerá muito tempo após o último acorde.
caroline – caroline 2 (2025)
caroline 2, segundo trabalho da banda britânica Caroline, aprofunda a proposta estética e emocional que o grupo apresentou no seu elogiado disco de estreia homônimo.
The Bug Club – Very Human Features (2025)
Disco que agarra logo às primeiras audições, simples e eficaz, Very Human Features é bastante humano, em igual medida inteligente, melódico e divertido.
Horsegirl – Phonetics On and On (2025)
Um álbum aparentemente minimalista mas que, ouvindo bem, contém em si maior profundidade e experimentalismo do que transparece.