Voltar a Sugar é sempre um acontecimento. Um clássico do jazz que deveria ser ainda mais clássico do que é. Sem falhas, só doçura e encantamento.
Miles Davis – Nefertiti (1968)
A excelência das composições e a excelência interpretativa de quem lhes dá vida: Davis, Hancock, Shorter, Williams e Ron Carter, no baixo.